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Com 17 tiros em carro, ‘super-heroínas’ saem ilesas de tiroteio no Rio: ‘Não sei como’







Foram 17 tiros no carro e apenas alguns arranhões pelo corpo. A administradora Monique Lorosa e a turismóloga Jade Burmeister voltavam de um bloco do bloco na Gávea, Zona Sul do Rio, quando se viram no meio da linha dos disparos entre bandidos e policiais militares. Os criminosos fugiam em três carros roubados e abriram fogo contra os agentes em uma perseguição policial que deixou um garçom morto e feriu dois PMs e uma passageira de Uber.

Ainda abalada, Monique conta que decidiu deixar a folia com a amiga por volta de 21h e, já dentro do carro, ouviu o barulho da perseguição na Rua Conde de Bonfim. Os bandidos dispararam na direção do veículo e da calçada lotada do Bar Pinto, na qual o garçom Samuel Ferreira Coelho, de 24 anos, foi atingido no peito e não resistiu. As amigas ainda ficaram cinco minutos dentro do carro, mas resolveram sair à procura de abrigo.

— Os tiros começaram do nada. Foram muitos, nunca vi coisa igual. Só no nosso carro, foram 17 tiros, alguns de fuzil. Eu não sei como a gente está viva. Ela (Jade) me disse: ‘Amiga, acho que fui baleada’. Então eu abri a porta do carro e saí puxando ela. Eram os estilhaços em cima da gente. Um tiro de fuzil atravessou o vidro na altura das nossas cabeças. Caiu um policial baleado do meu lado, não consegui puxar ele — recorda Monique, de 35 anos, com a voz embargada.

O carro ficou lotado de marcas de tiros e teve vidros quebrados. Na tensão do tiroteio, a administradora lembra de ver “flashes” de armas e muitas pessoas no chão, feridas ou escondidas dos tiros. Diante de tantos disparos e a localização do carro, Monique só consegue encontrar uma justificativa para as duas saírem ilesas: estavam fantasiadas de super-heroínas.

— Não tem explicação, senão a gente não iria sobreviver. Foi o universo que conspirou para a gente estar viva. Ela estava de Mulher Maravilha e eu de Supergirl. Todos estão comentando que fomos salvas pela fantasia! Uma brincadeira carinhosa — destacou a tijucana, que ficou com arranhões pelo corpo, causados pelos estilhaços.

Ao saírem do carro, Monique e Jade, de 33 anos, foram socorridas por uma moradora. Mesmo sem nunca tê-las visto, a senhora levou as duas para a sua casa. Acalmou e cuidou delas até a chegada dos amigos, que ficaram responsáveis por falar com a polícia, ajudar na contagem de tiros. Elas estavam no bloco com cerca de dez pessoas, mas haviam resolvido ir embora sozinhas mais cedo que o resto dos colegas.

Monique, que também mora na Rua Conde de Bonfim, relata nunca ter visto tamanha violência na rua da Tijuca. Mas “todo dia ouve falar” de assaltos e situações perigosas na região.

— Eu tenho medo. Infelizmente, eu tenho medo. Mas eu tenho medo de todos os lugares. Em outra rua da Tijuca, um motociclista me disse que ia estourar as minhas costas no ano passado. Eu reagi ao assalto, corri muito, a moto dele caiu, e os vizinhos me puxaram para dentro. A gente não tem mais segurança no bairro. Neste sábado, os indivíduos estavam armados até os dentes, todos com armas enormes, não tinha para onde correr — lembrou.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o pânico e a correria de foliões do bloco durante o tiroteio. Nas imagens, é possível ver a movimentação nas calçadas em meio aos tiros e à sirene da polícia. O puxador do “Nem muda, nem sai de cima” tentava acalmar a multidão e gritava que os disparos nada tinham a ver com o desfile de carnaval. O armamento pesado dos criminosos impressionou quem passava no local. Segundo Monique, o confronto entre bandidos e policiais ocorreu longe do bloco, mas o forte barulho dos estampidos foi o suficiente para apavorar os foliões.



EXTRA

Família se revolta ao ver foto de mortos no Salgueiro amontoados nos fundos do IML



Uma foto publicada em redes sociais mostrando os sete corpos das pessoas mortas no Salgueiro na madrugada deste sábado amontoados nos fundos do Instituto Médico-Legal (IML) revoltou parentes das vítimas. A reação ao verem a imagem foi de desespero e de indignação. A educadora Jane Mara Couto Melones, de 35 anos, tia de Márcio Melones, de 21, um dos mortos, disse que a divulgação da imagem é um desrespeito aos familiares e afirmou que vai denunciar o caso a Corregedoria da Polícia Civil.

— Com quem a gente pode contar, meu Deus? Com ninguém. Depois que divulgar essa foto a gente percebe que está abandonado, sozinho. Mas isso não vai ficar assim. Faço questão de denunciar o que fizeram — disse.

A mãe de uma outra vítima que não quis se identificar também entrou em desespero ao ver a foto e afirmou que policiais mataram inocentes também como um motorista de Uber e um mototaxista.

— Fui lá para ver meu filho e não deixaram mataram inocentes o motorista veio me perguntar como sair de lá mas ele morreu também. O que aconteceu agora com essa foto só reforça que a gente não tem o respeito nem a ajuda de ninguém — reclamou a mulher, que chorou pela morte do filho no IML.

O diretor do IML de Niterói e São Gonçalo acaba de chegar à unidade, que fica em Tribobó. Não deve ter sido difícil alguma estranho ter entrado pelos fundos do IML e ter feito a foto dos corpos amontoados que causou perplexidade nos familiares. O portão principal está enguiçado e não fecha mais. Os postes de luz que iluminaram o pátio da unidade estão sem lâmpadas. As três recepcionistas que prestavam serviço no balção do hall de acesso já não existem mais. Os funcionários de plantão ficam com medo e temem uma invasão por bandidos a qualquer momento. Isso sem contar com a possibilidade de algum funcionário da unidade ter feito a foto.

A mãe de uma outra vítima que não quis se identificar também entrou em desespero ao ver a foto e afirmou que policiais mataram inocentes também como um motorista de Uber e um mototaxista.

— Fui lá para ver meu filho e não deixaram mataram inocentes o motorista veio me perguntar como sair de lá mas ele morreu também. O que aconteceu agora com essa foto só reforça que a gente não tem o respeito nem a ajuda de ninguém — reclamou a mulher, que chorou pela morte do filho no IML.

O diretor do IML de Niterói e São Gonçalo acaba de chegar à unidade, que fica em Tribobó. Não deve ter sido difícil alguma estranho ter entrado pelos fundos do IML e ter feito a foto dos corpos amontoados que causou perplexidade nos familiares. O portão principal está enguiçado e não fecha mais. Os postes de luz que iluminaram o pátio da unidade estão sem lâmpadas. As três recepcionistas que prestavam serviço no balção do hall de acesso já não existem mais. Os funcionários de plantão ficam com medo e temem uma invasão por bandidos a qualquer momento. Isso sem contar com a possibilidade de algum funcionário da unidade ter feito a foto.

EXTRA

RJ pede para Forças Armadas patrulharem mais de 100 pontos da Região Metropolitana


Forças militares iriam atuar em vias expressas e entorno das comunidades. Ministro Raul Jungman disse que falta planejamento da Secretaria de Segurança Pública para atuação das tropas.

A @SegurancaRJ enviou um ofício ao @GovRJ solicitando o patrulhamento das Forças Armadas em 103 pontos da Região Metropolitana do RJ.— September 20, 2017

A Secretaria de Segurança do Estado do Rio pediu na noite desta quarta-feira (20) que as Forças Armadas patrulhem 103 pontos da Região Metropolitana, incluindo as vias expressas e o entorno das comunidades.

O reforço dos militares não vai para as ruas do Rio desde o dia 21 de agosto. Em entrevista ao RJTV, Pezão afirmou que ainda conta com os militares, mas que as operações precisam de planejamento.


“Se precisar, nós vamos utilizar. A gente já usou em três operações. Essas operações têm que ser planejadas. Eles [os militares] não querem entrar para ficar como foi no Alemão”, disse Pezão.


Questionado sobre o motivo de as Forças Armadas, que estão à disposição do estado no combate à criminalidade, não terem sido chamadas para colaborar com as operações policiais desencadeadas na Rocinha após a invasão do último fim de semana, Pezão afirmou que não havia necessidade.


"Não precisa [das forças federais]. Estamos com o Bope e com o Choque desde domingo", afirmou.


Apesar da solicitação ter sido feita, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que vai negar o o pedido de fazer patrulhamento nas áreas determinadas. A informação foi dada pela GloboNews na noite desta quarta-feira (20). A possível recusa foi dada dias depois de Jungmann criticar o planejamento estratégico da Secretaria de Segurança Pública.


Ministro critica planejamento do estado do Rio

O ministro da Justiça, Raul Jungman, disse que falta planejamento por parte da Secretaria de Segurança Pública para a atuação das tropas. A pasta do estado, no entanto, nega a ausência de plano.

Em nota, divulgada na sexta-feira (15), o Comando Militar do Leste declarou que "aguarda o provimento de recursos orçamentários para desencadear novas operações". Neste domingo (17), porém, uma nova nota trazia versão diferente: dizia que os recursos estão sendo descentralizados pelo Ministério da Defesa e que à medida que novas ações ocorrerem, outros recursos serão descentralizados.

A última operação com a participação das Forças Armadas no Rio foi no dia 21 de agosto. Apesar da violência que toma conta da cidade, as tropas permanecem dentro dos quartéis há quatro semanas. Fontes do governo em Brasília reconhecem que existe um impasse, mas não seria por falta de recursos e sim pela difícil relação com as polícias Civil e Militar no Rio.

O governo federal só quer voltar a usar as tropas depois que a Secretaria de Segurança Pública do estado apresentar um plano estratégico para coordenar a atuação das polícias Civil e Militar, área por área. A avaliação é que falta de articulação entre as policias tem sido um dos motivos para o resultado abaixo do esperado das operações contra o crime organizado.

A secretaria de segurança negou a ausência de um plano para atuação da polícia e disse que a parceria com as Forças Armadas continua.



Por RJTV

Traficante acusado da morte de policial da Core é preso em Serra de São Bento


Serra de São Bento/RN


Disque-Denúncia repassou informações de que Mãozinha estava escondido no Rio Grande do Norte.




RIO - O traficante Carlos André da Conceição, o Mãozinha, considerado um dos chefes do tráfico no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e acusado da morte do policial civil Bruno Guimarães Buhler, o Bruno Xingu, policiais da 41ª DP (Tanque) prenderam o traficante no Rio Grande do Norte. A ação aconteceu na madrugada desta terça-feira em Serra de São Bento, cidade localizada a cerca de 140 km da capital Natal.


Segundo a polícia, na semana passada, após terem recebido a informação do Disque-Denúncia de que o bandido teria se escondido no Nordeste, os agentes viajaram para o Rio Grande do Norte, onde, após monitoramento, conseguiram localizar o bandido escondido dentro de uma casa.


De acordo com a delegada responsável pela sua prisão, Carlos André da Conceição também é acusado de ter participado do assassinato de um policial militar em 2015.


Após a morte do policial Bruno Xingu, lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), o Disque-Denúncia, através do Portal dos Procurados, lançou um cartaz com recompensa de R$ 50 mil por informações que levassem a polícia à prisão dele e de outros três suspeitos.


Fonte: https://oglobo.globo.com/

PM de UPP vai trabalhar em favela de chinelo, bermuda e fuzil




Uma foto de um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro, viralizou na internet nesta quinta-feira. O policial militar, alegando que sua farda havia sido destruída em um incêndio que praticamente acabou com o alojamento da unidade, no final da tarde de ontem, decidiu trabalhar de chinelo, bermuda, fuzil na mão e apenas o colete com a identificação de PM. Por pouco ele não foi confundido com um traficante por policiais do Bope que, durante todo o dia, fizeram operação na favela.

A foto mostra justamente um policial do Bope conversando com o soldado. Nos grupos de WhatsApp de policiais do Rio, a imagem se espalhou junto com um áudio de um minuto, no qual o agente do Bope reclama da roupa usada pelo colega: “Aí chego na favela tá o camarada da UPP desse jeito. Aí toma um balaço. E aí?!..”, diz.

Na gravação, o policial que seria do Bope diz que ainda orientou o soldado a vestir uma calça jeans e uma camisa, mas que ele estava apenas ‘cumprindo ordem’. O site de VEJA procurou o Comando de Polícia Pacificadora (CPP), que respondeu: “Segundo o comando da UPP Vila Cruzeiro, o policial – de folga – se apresentou voluntariamente para participar da operação de rescaldo da UPP. No entanto, tendo em vista o traje utilizado pelo agente, o comandante orientou que o mesmo não participasse da ação”.



VEJA

Rafaela Silva lembra que foi chamada de “vergonha da família” antes do ouro




Desclassificada dos Jogos de Londres, em 2012, por conta de um golpe ilegal contra a húngara Hedvig Karakas, Rafaela Silva deu a volta por cima no Rio de Janeiro e conquistou nesta segunda-feira a primeira medalha de ouro do país na Olimpíada de 2016. A judoca carioca derrotou Sumiya Dorjsuren, da Mongólia, na final da categoria peso-leve (até 57kg) e não escondeu a sua felicidade por superar críticas e vencer dentro de casa.

Emocionada, ela lembrou que a chamaram de vergonha da família e precisou se dedicar ainda mais ao esporte para voltar aos tatames. Rafaela Silva nasceu na comunidade da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, próxima ao Parque Olímpico, e tem também no seu currículo o título do Campeonato Mundial de Judô de 2013



– Eu treinei muito, não queria mais aquele sofrimento de Londres. Depois da minha derrota, muita gente me criticou, disse que judô não era para mim e que eu era uma vergonha para a minha família. Agora eu sou campeã olímpica dentro da minha casa (…). Eu treinei muito para estar aqui, muito para buscar a minha medalha. E o resultado, graças a Deus, veio.



Rafaela declarou amor ao judô e disse que, se não fosse o esporte, não sabe o que estaria fazendo da sua vida. A judoca tem 24 anos e iniciou a sua trajetória no Instituto Reação, que é comandado por Flávio Canto, bronze nos Jogos de 2004, em Atenas.



– Acho que a minha vida é o judô. Se não fosse o judô, eu não sei onde estaria agora. Poderia estar ainda brincando dentro da Cidade de Deus, mas graças a Deus eu conheci o esporte e estou aqui como campeã mundial e campeã olímpica.



SporTV

Academia onde usuários poderão malhar sem roupa chega ao Brasil


Imagine uma academia onde as pessoas podem malhar completamente peladas: esta é a proposta da Academy Freestyle, que inaugurará sua primeira unidade no Brasil em outubro, na região do Frei Caneca, em São Paulo.

Vale destacar que durante os exercícios, os usuários não podem fazer qualquer tipo de registro fotográfico ou em vídeo e só podem fazer as atividades se estiverem, de fato, sem roupas. As mensalidades previstas são de R$ 130.

Por mais que a ideia pareça estranha, nos Estados Unidos os usuários que faziam natação tinham que fazer completamente sem roupas por questão de saúde nos anos 60.

Outra tendência parecida acontece na Dinamarca, norte europeu, onde uma academia anunciou inicialmente como piada uma aula de “naked crossfit”. Com informações de O Povo.

Estudante da UFRJ é encontrado morto às margens da Baía de Guanabara


Um estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi encontrado morto às margens da Baía de Guanabara, na Ilha do Fundão, na Zona Norte do Rio, na noite deste sábado. De acordo com amigos, Diego Vieira Machado, de 24 anos, estava com sinais de espancamento e sem calças. Ele cursava Arquitetura e tentava transferência para Comunicação Social. Os amigos dizem ainda que o jovem foi vítima de homofobia.

– Conversei com ele (Diego) no sábado pela manhã por meio do WhatsApp. Pela noite, soubemos que um corpo foi encontrado e alguns amigos foram reconhecer. Quando eu soube que era o Diego, fiquei em choque. O Diego era uma pessoa muito boa. Era um artista. Ele lutava, mas lutava somente para se defender. Estamos todos mal com essa notícia – disse Pérola Gonçalves, de 22 anos, amiga da vítima.

Diego era natural de Belém do Pará (PA) e morava no alojamento da universidade há pelo menos um ano. Ele estava no Rio estudando desde 2012. O corpo dele deve ser levado para seu estado de origem para o enterro. Ainda não há informações sobre o sepultamento.

– Eu e o Diego éramos muito grudados. Ele era abertamente gay. Era negro e gay. Não acredito que foi uma só pessoa que fez isso com ele não. Foi um ato covarde – afirmou Pérola.

A Delegacia de Homicídios (DH) investiga o caso. A Polícia Civil informou que a perícia foi realizado no local do crime e que as invstigações já começaram para apurar a dinâmica e o autor do assassinato de Diego. Testemunhas também estão sendo ouvidas. A Polícia Militar informou que o 17º BPM (Ilha do Governador) foi acionado na noite de sábado (02/07) para ocorrência na Ilha do Fundão. Chegando ao local indicado, uma pessoa morta foi encontrada e a 37ª DP assumiu a ocorrência. Logo depois, a DH assumiu o caso.



Blog do BG

Em crise e às vésperas das Olimpíadas, Rio decreta calamidade pública


O governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles (PP-RJ), decretou “Estado de Calamidade Pública no âmbito da administração financeira” no Estado. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (17) na segunda edição do Diário Oficial.

No texto, o governador justifica a medida pela “grave crise econômica que assola o estado”, e diz que a crise está impedindo o Rio de “honrar seus compromissos” para a realização da Olimpíada de 2016.

O decreto possibilita às “autoridades competentes” a “adotar medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos essenciais, com vistas à realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”.

O governo, de acordo com o texto, teme um “total colapso na segurança pública, na saúde, na educação, na mobilidade e na gestão ambiental” devido à falta de recursos. O texto também cita a queda na arrecadação, principalmente no ICMS e nos royalties do petróleo; os esforços de “reprogramação financeira” para ajustar as contas do estado; a dificuldade de honrar compromissos com os Jogos; as dificuldades em prestar serviços públicos essenciais e a chegada iminente das delegações estrangeiras para a Olimpíada.

Dornelles também cita a “importância e repercussão mundial” do evento, “onde qualquer desestabilização institucional implicará em risco à imagem do país de dificílima recuperação”.

Crise se arrasta desde novembro

A pouco dias das Olimpíadas, o Rio de Janeiro enfrenta uma das piores crises financeiras de sua história. Ao menos 143 mil aposentados e pensionistas receberam seus pagamentos atrasados em maio.

A crise se arrasta desde novembro do ano passado, quando os salários dos servidores públicos passaram a ser parcelados. A cada mês, o Estado foi adiando o dia de pagamento, chegando agora ao décimo dia útil.

Em dezembro, serviços de emergências de hospitais estaduais foram fechados por falta de recursos básicos, como algodão e esparadrapo. O Hemorio, centro de coleta e distribuição de sangue, fechou as portas por um dia por falta de seringas.

Policiais militares recebem com atraso o pagamento extra a que têm direito por trabalharem na folga. Nas delegacias, foi proibida a impressão de registros de ocorrência para economizar papel.

Na semana passada o Estado suspendeu a assistência financeira às famílias mais pobres, encerrando o programa Renda Melhor e os restaurantes populares, sem repasses desde 2015, ameaçam fechar as portas.

UOL

Mais de 5.700 alunos têm aulas suspensas em Costa Barros, no Rio


Polícia diz que Morro da Pedreira está ocupado por tempo indeterminado.

Medida preventiva da Secretaria de Educação fecha 17 unidades de ensino.



Creche Municipal Luiza Barros de Sá Freire fechada em Costa Barros, nesta segunda (10). Mais de 5.700 alunos da região ficaram sem aulas para evitar que crianças e professores fiquem expostos a possíveis confrontos após a morte do traficante Playboy (Foto: Fabiano Rocha/Extra/Agência O Globo)

Mais de 5.700 alunos matriculados em escolas da região de Costa Barros, no Subúrbio do Rio, começaram a segunda-feira (10) sem aulas. A medida visa proteger crianças e professores de possíveis confrontos com a ocupação pela polícia do Morro da Pedreira, após a morte do traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy.

A Secretaria Municipal de Educação informou que, de acordo com a 6ª Coordenadoria Regional de Educação, nove escolas, três creches e cinco Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDIs) em Costa Barros estão sem atendimento.

Segundo a Polícia Militar, homens do Comando de Operações Especiais (COE)ocupam o morro por tempo indeterminado, enquanto policiais do 41º BPM (Irajá) fazerm o patrulhamento ostensivo das regiões do entorno da favela.(veja no vídeo)

Morte de Playboy
Playboy foi morto no sábado (8) durante uma operação das polícias Federal, Civil e Militar. No domingo (9), parentes e amigos acompanharam o cortejo e o enterro de Playboy no Cemitério do Catumbi, no Centro. O traficante também chefiava a principal quadrilha de roubo de cargas e veículos no estado.

Em abril, a quadrilha dele foi flagrada roubando um caminhão de eletrônicos -- carga avaliada em R$ 600 mil. No ano passado, o bando roubou 193 motos apreendidas, que estavam dentro de um galpão. As motos foram devolvidas dias depois por ordem do traficante.

Celso Pinheiro Pimenta ganhou o apelido de Playboy porque foi criado em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, numa família de classe média. Ele tinha 33 anos. Era remanescente da quadrilha de outro criminoso criado na classe média, Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom.

Governador do Rio sanciona lei que proíbe o porte de facas em todo Estado



O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), sancionou nesta segunda-feira (29) a lei que proíbe o porte de arma branca em todo o território fluminense.

A partir desta data, quem for flagrado com facas, punhais ou “artefato cortante ou perfurante” sem justificativa (com lâminas maiores do que 10 cm) pode receber multa de até R$ 24 mil.

A lei abre exceções para quem estiver com os objetos ainda na embalagem original, com nota fiscal, ou transportando-os em bolsas, malas e sacolas -nestes casos, assim como no de profissionais que utilizem os artefatos cortantes em seu trabalho, não há infração.

Quem não tiver justificativa para portar o objeto será multado em valores entre R$ 2.400 a R$ 24 mil.

A Polícia Civil será responsável pela autuação e por definir o valor da multa; o órgão também se beneficia dos valores arrecadados, que serão recolhidos ao Fundo Especial da Polícia Civil.

Segundo deputados estaduais, a lei -que não criminaliza o porte, apenas o torna ilegal e passível de autuação- visa diminuir crimes cometidos com facas no Estado. Para especialistas em segurança e juristas, no entanto, ela possui falhas.

“A Alerj não pode criar um crime. E conduzir para a delegacia sem que haja um crime é ilegal”, disse Breno Melaragno, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-RJ. “Além de gerar uma competência que não é correta para as funções da autoridade policial, definiram valores para a multa sem um parâmetro fixado.”

Ele afirma ainda que a autoridade policial pode até se negar a aplicar a multa, por se tratar de um ato não relativo a sua função. “Podemos ter situações em que delegados se recusem a definir a multa, por não ser um órgão competente para tal. E se for multado, a quem posso recorrer? Não criaram um órgão para julgar o recurso. As pessoas terão que entrar na Justiça para recorrer, inflando ainda mais o sistema judiciário”, disse Melaragno.

Para o especialista em segurança João Trajano, do Laboratório de Análise de Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), a lei é uma forma de a Alerj dar uma resposta à população após os recentes casos de violência no Estado.

“Houve uma sequência de eventos com facas no Rio e o Legislativo, de maneira quase patética, criou esse projeto que não tem sentido nenhum. Não terá efetividade e também não vejo como irá ajudar na segurança. Não posso andar com a faca na mão, mas se deixar na mochila posso? É apenas uma medida pirotécnica que virará um motivo de chacota sem eficácia”, avaliou Trajano.

Autor do projeto, o deputado Geraldo Pudim (PR) diz que a lei ajudará a diminuir a criminalidade: “O que queremos é criar uma medida preventiva, que vai dar à polícia um instrumento para ajudar a coibir esse tipo de violência.”

Folha Press

Sósia de Vin Diesel, taxista de SP diz que já pediram para acelerar na corrida


Márcio Leão, 36 anos, dirige há 7 anos pelas ruas de São Paulo.

Ele afirma que muita gente olha 'assustada' para ele no trânsito.

O taxista Márcio Leão, 36 anos, dirige pelas ruas de São Paulo paulistanas há sete anos. Neste período ele conquistou uma clientela fiel, mas também admiradores de filmes de ação e velocidade, como os da série "Velozes e Furiosos". "Muitos passageiros entram no carro e dizem que sou muito parecido com o Vin Diesel [que interpreta o personagem Dominic Toretto na trama]." (veja o vídeo acima)

Apesar de ser fã de velocidade na telona, Leão disse que não gosta de acelerar com o táxi. "Já tomei uma ou duas multas por excesso de velocidade, mas costumo respeitar as leis de trânsito. Já me pediram para acelerar na corrida, principalmente depois que percebem a semelhança."


Márcio Leão é o taxista sósia de Vin Diesel 
(Foto: Glauco Araújo/G1 e Divulgação/Imdb)

O sósia de Vin Diesel disse que também nunca teve carro esportivo. "Sempre comprei carros comuns, com pouca cilindrada, com mais estilo e menos potência. Hoje tenho um Meriva, que não é nada esportivo."

Ele trabalha com táxi há sete anos. "Trabalho durante a noite. Muita gente emparelha o carro e faz brincadeira, piada, acaba descontraindo mesmo". Nas horas vagas, ele toca bateria. "Gosto de jazz e música brasileira, mas se a música for boa eu não tenho preconceito", disse Leão.

O taxista afirmou que gosta do trabalho de Vin Diesel no cinema. "Tive locadora de vídeos por 12 anos e vi todos os filmes em que ele atuou, principalmente 'Velozes e Furiosos'. Infelizmente fechei o negócio em 2009".

Aos 74 anos, morre no Rio o ator Claudio Marzo


Cláudio Marzo
O ator Claudio Marzo, conhecido por papéis como o coveiro Orestes de “Fera Ferida” e o José Leôncio de “Pantanal”, morreu na manhã deste domingo (22), aos 74 anos, em decorrência de complicações de um enfisema pulmonar. Ele estava internado no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, desde o último dia 4 de março.

Segundo a assessoria de imprensa da Clínica São Vicente, Claudio Marzo faleceu às 5h40 e ao seu lado estava a filha Alexandra Marzo, fruto do seu casamento com a atriz Betty Faria. “Ela era a acompanhante do paciente nesta madrugada”, contou a assessora, que não soube informar sobre o velório e nem o sepultamento. ” A família ainda vai decidir tudo isso”, completou.

Nos últimos meses, Cláudio Marzo teve diversas passagens pela clínica. Em fevereiro, ele foi internado com problemas respiratórios e pneumonia. Antes, em setembro de 2014, passou 14 dias no hospital por causa de uma pneumonia. Em outubro, fez uma cirurgia do aparelho digestivo, e, em novembro, ele foi internado com um quadro de hemorragia digestiva e diverticulite.

Cláudio Marzo nasceu em 26 de setembro de 1940, em uma família de operários descendentes de italianos de São Paulo. Abandonou os estudos aos 17 anos para seguir a carreira de ator, trabalhando como figurante na TV Paulista. Em seguida foi contratado pela TV Tupi e logo depois começou a atuar no grupo de teatro Oficina.

Aos 25 anos assinou contrato com a Globo, integrando o primeiro grupo de atores contratados pela emissora, que foi fundada em abril de 1965. Sua estreia na televisão aconteceu na novela “A Moreninha”, exibida naquele mesmo ano.

Atuou em diversas novelas globais, com destaque para “Irmãos Coragem” (1970), “Saramandaia” (1976), “Brilhante” (1981), “Fera Ferida” (1993) e “Mulheres Apaixonadas” (2003).

Fora da Globo, participou de “Kananga do Japão” (1989) e “Pantanal” (1990), na TV Manchete. Nesta última ele interpretou José Leôncio e o lendário Velho do Rio. Seu derradeiro trabalho na televisão foi na minissérie “Guerra e Paz” (2009), exibida pela Globo.

Marzo também teve uma carreira de sucesso no cinema, com participação em 35 longa-metragens. Atuou em filmes como “A Dama do Lotação” (1978), “Pra Frente, Brasil” (1982) e “O Homem Nu” (1997), pelo qual recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado. Seu último filme foi “A Casa da Mãe Joana” (2007).

O ator deixa três filhos de três casamentos com as atrizes Betty Faria, Denise Dumont e Xuxa Lopes.

Ciclistas tiram a roupa para pedir respeito no trânsito do Rio


Evento Pedalada Pelada pede mais políticas de conscientização.

Manifestantes reclamam do desrespeito aos usuários de bicicleta.


Foto: Cristina Boeckel.
A Cinelândia, palco tradicional de protestos na cidade do Rio de Janeiro, recebeu um grupo de manifestantes bem-humorados na tarde deste sábado (14). Cerca de 70 pessoas, de acordo com a organização do evento, participaram da segunda edição da Peladala Pelada do Rio de Janeiro. O evento é organizado pela World Naked Bike Ride e já aconteceu em várias cidades do mundo. Os ciclistas pedalam com pouca, ou nenhuma roupa, com o objetivo de chamar a atenção para a falta de segurança que sofrem diariamente. Veja acima no vídeo de Cristina Boeckel.

O fotógrafo Bernardo Lima, que usa a bicicleta na maioria dos seus deslocamentos, conta que o movimento pede mais atenção dos motoristas.

"Quem sabe agora, que estamos nus, os motoristas vão nos ver. A gente espera que a prefeitura dê mais condições para os ciclistas", diz Bernardo, que já foi vítima de dois atropelamentos.

Apesar da grande malha de ciclovias do Rio, ele conta que elas foram pensadas para passeios.

"A maioria das ciclovias liga o nada a lugar nenhum para quem usa a bicicleta como meio de transporte. É mais importante a conscientização dos motoristas do que encher a rua de ciclovias. A lei nos dá o direito de andar na rua", explica

Tiro de policial matou comandante de UPP do Alemão


A escalada de mortes envolvendo policiais nos últimos meses escancarou de vez um problema premente na sempre conflagrada área da segurança no Rio de Janeiro: o despreparo da tropa. Pois a questão, embaraçosa e explosiva, deve reverberar com a força de uma bazuca quando for concluída, nas próximas semanas, a investigação sobre a morte em serviço do capitão Uanderson Manoel da Silva, 34 anos, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, uma das favelas que compõem o Complexo do Alemão.

Na noite do dia 11 de setembro passado, Silva foi vítima de um tiro de fuzil durante confronto com bandidos em um beco da Nova Brasília. Após três meses de análises de laudos periciais e de tomadas de depoimentos, a principal linha de investigação da Divisão de Homicídios aponta para uma conclusão estarrecedora: a bala que o alvejou debaixo do braço e atravessou seu peito foi disparada por um policial. As circunstâncias definitivas de sua morte serão esclarecidas em uma reprodução simulada, que vai reunir no palco da morte do capitão os PMs presentes na noite do tiroteio. Mas, pela exaustiva análise já feita da cena, não pairam dúvidas sobre o incômodo desfecho.

Oficialmente, os órgãos de segurança não falam sobre as circunstâncias dramáticas da morte do capitão, limitando-se a declarar que “o inquérito ainda não foi concluído”. Nos bastidores, porém, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, já levou as informações disponíveis ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, aprofundando a fissura aberta pela recente queda do comandante do Batalhão de Choque e pela prisão dos dois PMs envolvidos no fuzilamento de uma estudante, ambas ocorridas depois de denúncias.

Ao que tudo indica, não houve a intenção de matar Silva — faltaram ao autor do disparo, isso sim, o treino e a experiência que teriam evitado o trágico desenlace. E faltaram porque, pressionado pela maciça demanda de efetivos, o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças do Rio está diplomando recrutas a toque de caixa, em cursos insuficientes para talhar os novatos para o enfrentamento com a bandidagem. O grande motivo para a pressa na formação de quadros são as UPPs, que sorvem atualmente 20% de todo o efetivo do estado e só fazem crescer.


Veja

Abilio Diniz vende R$ 441 milhões em ações e sai do Pão de Açúcar


O empresário Abilio Diniz, filho do fundador do Pão de Açúcar, vendeu praticamente todas as suas ações do grupo. A venda da participação foi feita pelo Itaú BBA, na terça-feira (7), em oferta pública na Bolsa de Valores de São Paulo.

Na operação, Abilio e seus filhos venderam 4,105 milhões de ações ordinárias (com voto) por R$ 108,32 cada uma. No total, o empresário levantou cerca de R$ 441 milhões.

Abilio ainda tem cerca de R$ 2 milhões em ações do Pão de Açúcar, posição que o torna apenas mais um acionista da maior varejista do país.

No ano passado, após mais de dois anos de disputa com o francês Casino, Abilio concordou em deixar o posto de presidente do conselho de administração do grupo, cargo que tinha direito vitalício mesmo depois de vender o comando para os franceses.

Agora, o empresário se dedica a BR Foods, dona das marcas Sadia e Perdigão, e uma das maiores produtoras de proteína animal do mundo.

Folha Press

Mulher é presa após cortar órgão sexual de ex no Rio


Um comerciante de 51 anos teve o pênis cortado pela ex-namorada, na última segunda-feira (8). O crime ocorreu em Volta Redonda, no sul do Rio de Janeiro, na casa da agressora. A ex-namorada teria usado uma faca para atacar o homem, que é viúvo e havia terminado o relacionamento com ela recentemente para iniciar um novo namoro.

Mesmo ferido, o comerciante deixou a casa da ex-namorada e chegou até a loja em que trabalha. Ali, ele desmaiou. O comerciante foi socorrido pelo filho e atendido no Hospital São João Batista, onde a equipe médica conseguiu reimplantar o órgão sexual.

A agressora foi presa e indiciada pelo crime de tentativa de lesão corporal gravíssima. Se condenada, pode cumprir até 6 anos de prisão. A Polícia Civil não informou os nomes da mulher e da vítima.

Minas Gerais

Também na segunda, a Justiça mineira suspendeu o direito de a urologista Myriam Priscilla de Rezende Castro, de 34 anos, deixar a penitenciária para trabalhar. Ela foi condenada a 6 anos de prisão em regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo, em 2002.

Ela foi presa no início do ano em São Paulo. E obteve o direito de trabalhar em julho. A médica, no entanto, foi demitida no primeiro dia. Myriam não comunicou a demissão à Justiça, continuou saindo da penitenciária para procurar emprego e foi contratada, em agosto, por uma unidade de saúde da família. Na semana passada, teve o regime semiaberto suspenso.

UOL, com Estadão Conteúdo

CEO da Match, Raymond Whelan se entrega à Justiça do Rio


Executivo é acusado de integrar quadrilha de cambistas e estava foragido.
'Enfim, poderei iniciar minha defesa criminal', teria dito, segundo a defesa.


Whelan é CEO da Match (Foto: Globonews)
O CEO da Match Services, Raymond Whelan, se entregou à Justiça do Rio na tarde desta segunda-feira (14). Ele estava foragido desde quinta-feira passada (10), quando teve a prisão preventiva decretada por ser acusado de integrar uma máfia internacional de venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo.

De acordo com a assessoria de imprensa do advogado Fernando Fernandes, que representa o executivo, Whelan se apresentou à desembargadora Rosita Maria de Oliveira Netto, da 6ª Câmara Criminal da capital, relatora do processo contra os 12 denunciados pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ).

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) informou, às 15h15, que Whelan estava na carceragem do TJ-RJ à espera da polícia para ser levado para a Polinter, na Cidade da Polícia, no Subúrbio.
Segundo nota enviada pela defesa do executivo, ao se entregar, Raymond Whelan teria dito ao advogado Fernando Fernandes: “Enfim, poderei iniciar minha defesa criminal”.

Fuga de Whelan

Na quinta-feira, a Justiça do Rio aceitou a denúncia contra os 12 acusados pelo MP-RJ e decretou a prisão preventiva de 11 deles. Apenas o advogado José Massih não teve a prisão decretada por ter colaborado com as investigações. Ele deixou a prisão na sexta-feira (11), quando terminou o prazo da prisão temporária, e responderá ao processo em liberdade. Todos vão responder pelos crimes de cambismo, organização criminosa, desvio de ingresso e corrupção ativa.

Familiares não tem como levar corpos de irmãos que se afogaram de volta ao Rio de Janeiro


A família dos irmãos cariocas Welerson de Lima, de 16 anos e Wemerson de Lima, de 13 anos, que se afogaram quando estavam tomando banho na Ponta do Morcego, que fica na divisa das praias de Areia Preta e Artistas, em Natal, na última quinta-feira (19), estão precisando de ajuda para conseguirem voltar para o Rio de Janeiro e sepultar as duas vítimas.

“Nossa família não tem condições financeiras para comprar passagens para voltar e muito menos para conseguir levar os corpos dos meninos para o Rio de Janeiro. Estamos precisando de seis passagens para voltar e não temos condições financeiras para isso. Agradecemos qualquer um que possa nos ajudar”, afirmou Francisca Rafaela, avó dos meninos, a reportagem do Jornal de Hoje.

Segundo a família, o pai dos garotos trabalha como soldador e juntou dinheiro para mandar os filhos de férias para Natal, mesmo contra vontade da mãe. Até mesmo por isso ele está em estado de choque.

Os adolescentes têm família na capital potiguar e no momento do incidente estavam acompanhados de um primo, que ainda tentou ajudar, mas como a correnteza estava muito forte desistiu e foi chamar o Corpo de Bombeiros (CBM/RN).

Quem tiver interesse em ajudar a família pode entrar em contato pelos telefones 8878-2050 e 91-84-5847, ambos com o DDD 84.



Com informações do Jornal de Hoje

Camaro amarelo capota em curva na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio


Veículo virou perto da Vila do Pan, na madrugada desta quarta-feira (4).

Condutor parecia ter bebido e dizia que havia criança no carro, diz agentes.



Um Camaro amarelo capotou na madrugada desta quarta-feira (4) na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Como mostrou o Bom Dia Rio, o acidente aconteceu na curva Chico Anysio, perto da Vila do Pan. Segundo agentes da Cet-Rio, o motorista parecia estar alcoolizado.

Imagens gravadas pela equipe durante a abordagem mostravam que o condutor falava com os agentes como se uma criança estivesse dentro do carro. “É meu filho que está aí dentro, cara. Eu quero que libere meu filho, mais nada!”, dizia o motorista.

Segundo os agentes que prestaram socorro, não havia nenhuma criança dentro do veículo. De acordo com informações do site do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ), o Camaro é de 2012, com placa da cidade de Paracambi, Região Metropolitana.