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Policia: Mulher é presa por extorquir padre ao flagrar conversa íntima dele com o marido


Foto: Reprodução/Google Street View

Uma mulher de 27 anos foi presa acusada de extorquir um padre de 50 anos, da Diocese de Catanduva (SP), após flagrar uma conversa íntima do marido dela com o pároco em junho deste ano e começar a exigir dinheiro do religioso para que ela ficasse em silêncio sobre o assunto.

Ele chegou a pagar R$ 3 mil pelo sigilo da mulher, mas ela continuou exigindo mais dinheiro e pediu mais de R$ 20 mil para que as conversas continuassem em segredo. Por não ter condições de pagar o que era exigido pela mulher, o padre denunciou o caso de extorsão à polícia.

O padre teria sido orientado pelos agentes a dizer que faria o pagamento. No dia 15 de setembro, a mulher enviou um mototaxista para buscar a quantia na casa do pároco e os policiais acompanharam o mototaxista até o local de trabalho da mulher. Assim que ela pegou o envelope acreditando ser o dinheiro, foi presa em flagrante.


No dia seguinte, a Justiça concedeu liberdade provisória à mulher, mas, por determinação, ela não pode manter contato com o padre e deve comparecer ao Fórum mensalmente, para informar suas atividades, enquanto responde ao crime. A mulher vai responder pelo crime de extorsão, que prevê pena de quatro a 10 anos de detenção.
Diocese


Em nota, o advogado da Diocese, Fabrício Pagotto Cordeiro, informou que a instituição se coloca à disposição para contribuir com a Justiça e que acompanhará o desfecho das investigações.


A nota informa ainda que a Diocese de Catanduva sempre orienta seus padres a atuarem com transparência em seus atos e comunicar as autoridades competentes qualquer ilícito que se envolverem. Sobre o caso, o padre não irá comentar.

Último Segundo – iG

Dicas de Emagrecimento, Confira no E-book Dieta de 17 Dias


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A Dieta de 17 Dias, é um e-book completo para você aprender do ZERO a como emagrecer de forma saudável e rápida em apenas 17 dias! 

Mesmo que você não tenha muito tempo disponível e não saiba nada sobre alimentação saudável ou perda de peso, conta com Grupo VIP no Facebook e Lista de Transmissão Vip Diária no WhatsApp com instruções especias do desafio pela coach, mais de 250 receitas lowcarb & detox, exercícios, áudios para combater crises de ansiedade e compulsão alimentar e uma comunidade de pessoas motivadas a perderem peso de forma saudável e sem sofrer.


Sexo lésbico: por que é preciso criar preservativos para esta modalidade?




Um grupo formado por pessoas de diversas identidades sexuais alerta sobre à urgência de um método eficaz de proteção que atendam as especificidades de pessoas que praticam relações sexuais femininas homoafetivas.

As campanhas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis incluem todos? A resposta é: – Claro que não! A exclusão se impõe mais uma vez e, como conseqüência, um grupo decidiu trabalhar para mostrar o quão grave é o problema. Este é o “Projeto Preservativo para Vaginas – mulheres comissionadas a conscientizar e reivindicar a necessidade de preservativo específico para relações sexuais femininas homoafetivas”.

O consumidor está menos impulsivo e mais racional



Uma pesquisa recente da consultoria de tendências Box 1824 mapeou o que a gente já sentia nas nossas análises: o consumidor brasileiro está mais racional na hora da compra. O consumidor, que sempre foi impulsivo, movido mais pela emoção na hora da compra, começou a ficar mais crítico e a comprar movido mais pela razão. Entre os mais jovens, inclusive, passou a influenciá-los mais em suas compras a referência de pessoas conhecidas, além de, e principalmente, a relação com a tecnologia, uma vez que as pessoas hoje estão conectadas onde quer que estejam. E acredite: isso tem mudado profundamente a forma como as pessoas consomem.

Essa mesma pesquisa identificou coisas bem interessantes. Cito alguns exemplos. Pensar e agir como sócio: sim, já existe uma tendência que avalia que o consumidor passou a agir como sócio das marcas, comprando marcas para apoiar seus valores e suas causas. Outro exemplo é o melhor entendimento das formas de pagamento: o consumidor está mais maduro e pensa melhor a sua vida financeira, e sabe escolher melhor a forma de pagamento, e isso, claro, impacta nas vendas. Mais um exemplo: a
possibilidade de entregar em qualquer lugar. Essa era esperada, concorda? O imediatismo dos dias de hoje transformou profundamente as noções de prazo e de forma de entrega. É tudo pra ontem! Entrega em todo lugar, pode retirar na loja, tem entrega urgente no cardápio de opções, ufa, muita coisa! O soberano é o cliente, sabia? Ele decide. E você que se vire para entregar.

Tem muitos outros exemplos. Mas como o espaço é curto, vou concluir com mais um: o poder dos comentários. A marca precisa criar um relacionamento com os consumidores, pois neste mundo digital o que se fala das marcas pode turbinar ou detonar reputações de marcas. O consumidor mudou muito. E ele raciocina cada vez mais. Vale colocar emoção na venda e na estratégia? Vale, sempre. Mas ela tem de vir acompanhada de sólidos e novos argumentos de venda. Como os que escrevi aí acima.

Engordar nos primeiros anos de casamento significa felicidade, diz estudo


Segundo os pesquisadores, quando você está feliz no relacionamento não quer impressionar mais ninguém e, por isso, a aparência não importa tanto


Foto: shutterstock

Você percebeu que começou a engordar desde que você se casou? Isso significa que a felicidade está reinando em seu relacionamento! Pelo menos é o que os cientistas do Centro Nacional de Biotecnologia, dos Estados Unidos, concluiram em uma pesquisa sobre o tema.

O objetivo da pesquisa era investigar se a satisfação dos parceiros está diretamente associada à engordar ou perder peso durante o relacionamento. Para tal, os cientistas companharam alguns fatores, como altura, peso, satisfação no casamento , estresse e possibilidade de divórcio de 169 recém-casados duas vezes por ano, durante quatro anos.

A conclusão foi que sim, essas duas coisas estão relacionadas. Assim, parceiros que estão menos satisfeitos ou cogitaram pedir o divórcio têm menor tendência a ganhar peso do que aqueles que estão felizes e estáveis no relacionamento .

Por que engordar é estar feliz no relacionamento?

Segundo os estudiosos, isso acontece porque quando as pessoas se casam e estão felizes, elas não querem atrair mais ninguém. As idas para a academia, portanto, acabam sendo substituídas por mais tempo com o parceiro, seja curtindo no sofá ou em um jantar à dois .

A pesquisa ainda indica que se os dois quiserem evitar engordar nos primeiros anos juntos, o casamento será ainda mais beneficiado, já que o casal vai começar a pensar melhor sobre seus hábitos em questão de saúde e não de aparência. Esse segundo fato também foi comprovado por outra pesquisa , então talvez seja realmente hora de se exercitar com o seu amor!

IG

3 Dicas de relacionamento para saber se é melhor terminar o namoro



Namorar é sempre bom, desde que o casal viva de boa e haja conexão entre ambas as partes, né? Se as coisas não batem, brother, é difícil permanecer assim. Mas, aí vão algumas dicas de relacionamento, caso a parada esteja tensa.

Não que vocês devam terminar logo de cara, mas se já tiverem tentado de tudo e, mesmo assim, não estiver rolando, é duro, mas é preciso definir o destino dos dois. Pensando nisso, preparamos essas dicas que sempre precisam ser levadas em consideração.

Se você estiver passando por um lance desse com sua mina, não deixe de conferir abaixo. Vai que a gente salva seu relacionamento para sempre! Confere aí!

Você está preparado para uma vida a dois?

Antes de passar as dicas de relacionamento, queremos saber: você já se fez esta pergunta alguma vez? Sabe por que, brother? Tem um monte de cara que joga a culpa toda para a mina, mas nunca reflete sobre os moles que ele mesmo dá. A partir do momento que você decide namorar sério, é preciso se adaptar e ceder um pouco em tudo. Você está pronto pra isso?

Se sim, então pode seguir para as dicas abaixo. Caso contrário, amigo, é hora de refletir e decidir mesmo se quer algo sério com a garota, beleza?

O que rola tentar para manter o relacionamento?

1. Tenham química


A mina pode ser gata demais, mas se não rolar aquela química, parceiro, dificilmente vai durar algum tempo. Sabe o que estamos falando, né? Tem que rolar aquele olhar apaixonado, aquela cara de bobão e se surpreender a cada dia por descobrir algo novo nela. Ah, claro, isso deve ser recíproco também!

É assim que se descobre se um foi feito para o outro! Mas antes de achar que não está rolando, saiba que isso pode levar um tempinho também. Portanto, dê tempo ao tempo e busquem se conhecer melhor, beleza?

2. Reconheça seus erros


O segundo ponto das nossas dicas de relacionamento é um dos mais importantes… Você vive chamando a mina de chata porque ela reclama de tudo? Vish, mano, isso é o que mais tem por aí! Mas olha só, antes de julgar, faça o favor de refletir e ver se ela não tem razão! Aliás, na grande parte, a gente é que dá linha para elas ficarem assim. Sério mesmo!

Coisas simples do dia a dia podem incomodar a parceira, mesmo que não seja nada demais para você. Mas é preciso respeitar e reconhecer! Tipo, você faz a barba e deixa a pia igual ao Tony Ramos! Aí é fogo, né? Pode não ser grave pra você, mas pra ela é chato, sacou? Entre outras coisinhas básicas, não dê mole e lembre-se que aquilo pode incomodar.

3. Avalie os sonhos dos dois


Você sonha em comprar uma Harley Davidson, botar a mochila nas costas e acampar no Brasil inteiro. Já ela quer casar na igreja e ter trigêmeos (Exagero! Foi só pra assustar mesmo, kkkk). Mesmo tendo objetivos diferentes, se nenhuma parte ceder e tentar achar um meio termo, pode esperar as brigas.

Esqueça aquela ideia de que, um dia, você vai encontrar a mulher perfeita e com os mesmos sonhos. Desculpe a sinceridade, mas ela não existe. Pessoas são diferentes e, como diz o ditado, os opostos se atraem. Porém, é preciso se esforçar e sempre agir com bom senso.

Enfim, essas foram algumas dicas de relacionamento que resumem a vida de um casal. Brigar, ter visões diferentes e querer ficar sozinho às vezes são coisas super normais e precisam ser respeitadas. Vale reforçar que, nem sempre, conseguimos assumir e reconhecer nossas falhas e, muitas vezes, o problema pode estar na gente mesmo. Portanto, brother, reflita e dialogue sempre! Você pode estar botando em jogo o amor de sua vida!

Artigo publicado em Harvard lista 11 dicas que podem ajudar a melhorar o sexo; especialistas destacam que truques são infalíveis





Fotos: shutterstock

O corpo sofre uma série de transformações físicas com a idade que acabam influenciando na sexualidade. Os níveis hormonais caem e há alterações no funcionamento neurológico e circulatório, cenário que pode levar a problemas sexuais, como a disfunção erétil ou a dor vaginal. Tudo isso contribui para relações sexuais menos prazerosas. Diante disso, como melhorar o sexo?

Um artigo publicado na revista de saúde da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, vem para responder a questão. Os especialistas fizeram uma lista com 11 dicas que podem ajudar a melhorar o sexo . Adotando os truques, a vida sexual pode ser muito mais prazerosa.

Como melhorar o sexo?


Veja as 11 dicas de Harvard de como melhorar o sexo:

Levantamento aponta que as mulheres brasileiras são quase o dobro em comparação aos homens inscritos em site de relacionamento extraconjugal




shutterstock

Traição é um tema polêmico e tabu para muitas pessoas, mas a realidade é que as brasileiras e os brasileiros gostam de trair. Um levantamento realizado pelo site Ashley Madison , que serve única e exclusivamente para ajudar os usuários encontrarem parceiros para um relacionamento extraconjugal , aponta que o Brasil é o principal mercado internacional da rede social, logo atrás da América do Norte.

No ranking de cidades globais, três cidades brasileiras estão entre as 10 primeiras. São Paulo é a cidade com o maior número de usuários que buscam a traição em todo o mundo, com mais de 1,6 milhão de membros, seguida de Nova York e Rio de Janeiro. Além disso, Brasília, capital do país, aparece em 8º lugar.

Outro dado interessante que o levantamento aponta é a quantidade de mulheres em busca de um relacionamento extraconjugal . Diferente de outros países, o Brasil tem quase o dobro do número de mulheres em relação a homens no site, com uma proporção de 1,91 mulheres ativas para cada 1 homem ativo.

Mas o que explica esse desejo de buscar um relacionamento fora do casamento? De acordo com Ruben Buell, presidente do Ashley Madison , as mulheres estão buscando mais prazer e satisfação em seu lado romântico e, quando não estão conseguindo isso no casamento, se sentem encorajadas o suficiente para buscar em outro lugar, como um site de relacionamentos extraconjugal.

“Nós consideramos que isso é algo relacionado à afirmação feminina. A mulher está mais forte e decidida a assumir a sua própria vida, inclusive no sexo ”, comenta.

Rubel Buell ainda acrescenta que as mulheres que se inscrevem no site estão mais determinadas a trair do que os homens. Segundo ele, elas já “cruzaram a linha” e estão certas dessa decisão. Ao contrário, muitos homens entram na rede social apenas para observar e, quem sabe, trair.

Outro dado interessante é que o relacionamento extraconjugal é algo comum no mundo todo. O levantamento também aponta que mais de 100 mil pessoas se inscrevem na Ashley Madison toda semana. “Isso mostra que a natureza humana não foi construída para relações monogâmicas . Parece que é algo que as pessoas têm como conflito no mundo todo”, fala.

O perfil de quem busca a traição


No Brasil, a idade média daqueles que buscam um relacionamento extraconjugal é de 32 anos para as mulheres e 33 anos para os homens. No geral, 61% dos usuários estão no site em busca de sexo e a maioria tem filhos. Além disso, grande parte conversa com o parceiro extra cônjuge após às 22h usando seu próprio aparelho móvel.

“Nossos usuários são pessoas que viveram suas vidas e perceberam que talvez ela não seja o conto de fadas que esperavam”, fala Buell. “Eles estão vindo até nós para encontrar uma solução e se conectar com alguém com uma mentalidade similar, para que possam voltar para casa mais felizes e realizados.”


Ashley Madison/Divulgação

No caso dos usuários brasileiros, Buell ainda avalia que apesar de a população aparentar ter um comportamento bastante conservador em relação aos hábitos sexuais, quando estamos falando da intimidade por trás das portas, as pessoas podem se relevar bastante liberais ao aceitar a traição e buscar prazer fora do casamento.

IG

Escócia torna obrigatório ensino sobre pessoas LGBT+ nas escolas públicas




A Escócia aprovou a obrigatoriedade do ensino nas escolas públicas de temas sobre pessoas LGBT+, em uma tentativa de combater a homofobia e a discriminação. O país britânico é o primeiro do mundo a tornar compulsória este tipo de matéria na educação básica.

O governo escocês informou nesta quinta-feira (8) que as escolas adotem um currículo inclusivo para pessoas LGBT+, incluindo o enfrentamento à homofobia, a bifobia e a transfobia e o ensino da história dos movimentos LGBT+.

O vice-primeiro-ministro, John Swinney, disse que “era vital que o currículo seja tão diverso quanto os jovens que aprendem em nossas escolas”. Ativistas consideraram iniciativa uma mensagem clara e forte de que os alunos LGBT+ são valorizados na Escócia.

Folhapress

“Um dedo trabalha muito melhor que um pênis”, afirma terapeuta sexual.





(Foto: iStock)

Em onze anos aplicando massagens tântricas, o terapeuta sexual Evandro Palma, 52 anos, calcula ter “veiculado” 30 mil orgasmos. Palma se refere à sua experiência na Sadhana Comunna Metamorfose, autodefinida como um “centro terapêutico de desenvolvimento, pesquisa e expansão da sexualidade humana”. Ele segue um método criado em 1996 pelo coach Deva Nishok, que comanda em Itapeva, Minas Gerais, “o maior espaço dedicado ao tantra do mundo”.

Palma inaugurou o primeiro Centro Metamorfose de São Paulo em 2007, em uma casa de 300 metros quadrados onde atende até hoje, na Vila Madalena, zona oeste. Eram, segundo ele, “meia dúzia de terapeutas”. Hoje, são 28 espaços de atendimento em todo o Brasil e 177 profissionais credenciados. No site do centro, o interessado pode escolher o terapeuta/massagista em um cardápio de 20 profissionais de ambos os sexos, ilustrado com fotos e o resumo do currículo.

Heterossexual, casado, pai de dois filhos, Palma é formado em psicologia com pós-graduação em terapia sexual na saúde e na educação. Na entrevista abaixo, ele conta que a principal queixa da mulher que o procura é não conseguir atingir o orgasmo com o parceiro — apenas sozinha. Em menor escala, aparecem também casos como o de uma senhora muito religiosa, que se masturbava sete vezes por dia. O marido tinha “questões com ereção”. O valor da consulta de 1h30m é R$ 390.

Entrevista completa aqui no Blog do Paulo Sampaio – UOL

Renda das mulheres é 42,7% menor que a dos homens, diz Programa das Nações Unidas

Apesar de as mulheres apresentarem melhor desempenho na educação e terem maior expectativa de vida no Brasil, a renda delas é 42,7% menor que a dos homens (10,073 para mulheres contra 17,566 para homens), segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A média de renda per capita do país é de 13,755.

Ao apresentar o novo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país e do mundo, o órgão destacou a desigualdade de gênero na taxa que considera o acesso da população à educação, saúde e perspectivas econômicas.

De acordo com o levantamento, no Brasil, enquanto o IDH dos homens é de 0,761, na escala que varia de 0 a 1 ponto, o das mulheres é de 0,755 – quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. A expectativa de vida das brasileiras é de 79,3 anos contra 72,1 anos dos homens. No quesito educação, a projeção de uma menina que entra no ensino em idade regular é permanecer estudando por 15,9 anos e ter uma média de estudo de 8 anos, contra, respectivamente, 14,9 e 7,7 para os meninos.

Países como Uruguai, Venezuela e Argentina mantêm padrões muito mais equitativos entre homens e mulheres, ainda que todos eles sustentem a disparidade econômica por gênero de quase 50% entre a renda de um e outro.


Parte da justificativa pode estar no menor tempo que a mulher dispõe para o mercado de trabalho formal. Um dos dados divulgados pelo Pnud aponta que o Brasil é o país da região onde há menor divisão das tarefas domésticas entre homens e mulheres. De acordo com o levantamento, elas gastam 13,3% mais do tempo em atividades não remuneradas dentro de casa, trabalhando 4,3 vezes mais nestas funções do que os brasileiros. O número ainda pode ser maior, considerando a subnotificação, neste levantamento, do tempo disposto para cuidar de filhos, idosos e familiares doentes.

Com relação à participação política, as mulheres ocupam 11,3% das cadeiras do Congresso Nacional. O número representa o pior resultado da América do Sul e o terceiro pior da América Latina, atrás somente de Belize (11,1%) e das Ilhas Marshall (9,1%). O país com menor IDH do mundo, Níger, tem mais mulheres com assento no Parlamento (17%) do que o Brasil.

Agência Brasil

Mulher contrai doença rara que come a pele dos órgãos genitais

IMAGEM MICROSCÓPICA DA BACTÉRIA
(FOTO: REPRODUÇÃO)
Uma mulher que mora em Southport, na Inglaterra, foi diagnosticada com Donovanose, Infecção Sexualmente Transmissível (IST) que pode destruir o tecido genital. A moça, que não foi identificada, possui entre 15 e 25 anos.

A doença é causada pela bactéria Klebsiella granulomatis, e começa com pequenas feridas dolorosas (úlceras) nos órgãos genitais femininos e masculinos. Os machucados aumentam lentamente e formam protuberâncias vermelhas que sangram com facilidade. Conforme a infecção se espalha, pode destruir o tecido genital e fazer com que a pele ao redor da área perca sua cor natural.

A infecção “causa lesões e desintegração da pele, já que a carne do paciente é consumida”, disse Shamir Patel, farmacêutico da rede online de farmácias britânicas Chemist-4-U.com, em entrevista ao portal Liverpool Echo.

A donovanose é transmitida durante relações sexuais, principalmente as desprotegidas (quando não há o uso da camisinha). Em casos mais raros, também pode se espalhar pelo sexo oral. Os sintomas podem aparecer entre 1 e 12 semanas após a exposição à bactéria.

Segundo o Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, nos estágios finais da doença, os sintomas podem ficar parecidos com os de cânceres genitais avançados.

Para tratar a infecção, é preciso tomar antibióticos, geralmente por várias semanas. Cuidar o mais rápido possível pode reduzir o risco de complicações, que incluem danos genitais e cicatrizes, informou o NIH.

De acordo com o site LiveScience, a donovanose é rara, e foram registrados cerca de 100 casos por ano nos EUA. As ocorrências mais comuns acontecem com pessoas que viajam ou moram em de áreas tropicais onde a doença é mais recorrente, como na Índia, Papua Nova Guiné, Caribe, Austrália central e sul da África.

A notícia sobre a infecção desta mulher foi divulgada depois que a Chemist-4-U.com apresentou um pedido da Lei de Liberdade de Informação aos hospitais da Inglaterra como parte de uma investigação sobre as doenças no país. Conforme apurou o Daily Mail, não está claro como a mulher foi infectada, e nem se ela sofreu complicações da doença.

Galileu

Levantamento diz que mulheres classificam relação sexual com parceiro como ‘entediante’, e que quase 50% fantasiam outros durante o momento íntimo


Levantamento ainda mostrou que 34% das entrevistadas trai o parceiro e que 59% têm dificuldades em atingir orgasmo; explicação envolve a libido

Infelizmente, o sexo ainda é um tabu para muitas pessoas e isso as impede de viver o ato de forma prazerosa. Tanto é que uma a cada cinco mulheres classifica sua vida sexual como “ entendiante e pouco satisfatória ” de acordo com um levantamento realizado pelo site de saúde da mulher “Healthista” em parceria com a marca “Lady Prelox”, que vende produtos para estimular a libido feminina.



Foto: shutterstock

A pesquisa fez perguntas sobre a vida sexual de 1.300 mulheres entre 25 e 55 anos de idade, e mostrou outras informações preocupantes sobre esse aspecto da vida das mulheres: mais de 10% daquelas com parceiros fixos não têm momentos íntimos com eles há mais de um ano, e 34% delas traem os companheiros. Além disso, 32% delas descreveram o sexo com seus parceiros como “bom, mas poderia ser melhor”.

Elas também confessaram fantasiar com outras pessoas durante o sexo com seus companheiros (quase 50%) e a maioria se imaginava com alguém que elas conheciam – 15% citaram ex-parceiros.

Por outro lado, 36% das entrevistadas disseram estar felizes com suas vidas sexuais, enquanto 14% das participantes classificaram suas relações como “quentes”.

Como resultado, 59% das mulheres relataram sentir dificuldades para atingir o orgasmo durante o sexo, apesar de 49% afirmar sempre conseguir chegar nesse ponto. Pior ainda, 20% das entrevistadas fingem ter orgasmos apenas para agradar o parceiro.

Razão por trás da vida sexual “entediante”


Tentando descobrir a razão por trás dos resultados tão desanimadores do levantamento, os pesquisadores ainda questionaram as mulheres sobre suas libidos. Metade delas classificou o próprio desejo sexual como mediano, 15% classificou como alto, 24% como sendo baixo e cerca de 10% disse sequer sentir qualquer desejo. Além disso, um quarto das mulheres afirmou que seus parceiros tinham baixa libido .

Segundo os pesquisadores, esta seria uma das razões pelas quais as mulheres estariam insatisfeitas com suas vidas sexuais: têm uma libido incompatível com a do parceiro e/ou se sentem desconfortáveis com o desejo que sentem, tendo, ainda, dificuldades de expressar isso ao companheiro.

Perguntando às mulheres formas de apimentar o sexo e a vida sexual , 23% disseram que experimentariam com BDSM, 58% recomendou uma escapada de fim de semana e 59% sugeriu usar uma lingerie mais sexy. Algumas ainda consideraram ver pornô, uma em cada quatro mulheres, e 26% disse que perguntaria ao parceiro suas fantasias sexuais para tentar realizá-las.

IG

Mulheres são mais atraídas por um “tipo” de homens sexistas, aponta estudo


Pesquisa indica que atitudes de “sexismo benevolente” dão a sensação de que o homem é protetor; entenda o significado do termo e a visão feminista

As mulheres de hoje fazem questão de mostrar que são, sim, fortes, independentes e cheias de atitude e, como por muito tempo foram vistas como o sexo frágil, todo esse empoderamento pode assustar alguns homens na hora da conquista. Apesar disso, um estudo aponta que elas são mais atraídas por homens sexistas com traços “benevolentes”, ou seja, que agem como se a parceira precisasse de proteção, mas sem comportamentos opressivos ou agressivos.



Foto: shutterstock

O estudo sobre homens sexistas foi publicado noperiódico “Personality and Social Psychology Bulletin” e conduzido pelos americanos Pelin Gul, da Iowa State University, e Tom Kupfer, da Universidade de Kent (ambas nos Estados Unidos), foi baseado em definições usadas pela psicologia, que divide o sexismo em duas categorias: “sexismo hostil” (SH) e “sexismo benevolente” (SB).

O “ sexismo hostil ” é aquele de natureza negativa, que se abrange clássicas atitudes preconceituosas, como as de acreditar que mulheres têm de ter cargos inferiores e ganhar menos que o homem. Já o “benevolente”, é o sexismo que estereotipa as mulheres, retomando aquela ideia de que a parceira tem de ser a dona de casa sensível, gentil e carinhosa.

Tipo “benevolente” de homens sexistas é a preferência delas

No estudo, os pesquisadores concluíram que as mulheres são realmente atraídas por homens com atitudes de “ sexismo benevolente ”, e a justificativa para isso é a de que esses comportamentos sinalizam que o parceiro está “disposto a investir” na relação.

A pesquisa contou com a participação de mais de 200 estudantes do sexo feminino, que tiveram de ler o perfil de vários homens que apresentavam, ou não, atitudes sexistas. Depois disso, elas tiveram de classificar esses homens em várias categorias, incluindo a disposição para proteger a parceira e o quão atraente elas achassem isso.

Feminista vê a situação de outra maneira


Por outro lado, do ponto de vista feminista, esse estudo levanta questões preocupantes. A jornalista Harriet Minter, que é defensora direitos das mulheres, afirma, em entrevista ao portal britânico “The Independent”, que não há nada de “benevolente” no sexismo. “Como todos os outros ‘-ísmos’, isso se baseia no poder e reforça o status de que existe um parceiro dominante. Então, ‘sexismo benevolente’ é, para mim, uma contradição em termos.”

Harriet acredita que o emponderamento feminino fez os homens ficarem confusos e, por isso, eles passaram a ter dificuldades em saber como agir com uma mulher. Isso porque, segundo ela, a sociedade induz que o homem seja o “provedor” e a mulher seja aquela que tem a função de cuidar, seja da casa ou dos filhos.

“O sexismo existe quando uma parte assume que seu gênero lhes dá um status maior ou mais especial do que o da outra pessoa, se você está agindo de certo modo com uma mulher porque acha que é seu dever como homem e não simplesmente seu dever humano, então há um nível de sexismo ai”, afirma a jornalista que, contrariando o estudo , não acredita que as mulheres são atraídas por homens sexistas , mas, sim, por “bondade, consideração e boas maneiras”.

IG

Tratamento experimental: Mulher trans consegue amamentar graças a terapia de lactação




Tratamento experimental, com supervisão médica, incluiu doses de vários hormônios -e permitiu que a paciente produzisse 227 gramas de leite por dia

Endocrinologistas americanos publicaram, pela primeira vez na história, o registro médico de uma mulher transgênero que, graças à lactação induzida, conseguiu amamentar seu filho recém-nascido.

O estudo de caso conta que a mulher, que tem 30 anos e permaneceu anônima, foi submetida a um tratamento hormonal experimental de três meses e meio. Os resultados permitiram que seu bebê fosse exclusivamente alimentado com leite materno por 6 semanas e crescesse saudável durante todo o período.

O nenê estava sendo gestado pela companheira da paciente, que não tinha interesse em amamentar. Assim, quando a gravidez atingiu cinco meses e meio, ela buscou o centro especializado em medicina trans do Hospital Monte Sinai, em Nova York, para descobrir se poderia assumir a função de amamentar o bebê.

Seis anos antes disso, a paciente já recebia um tratamento hormonal razoavelmente comum para mulheres trans, que inclui estrogênio e progesterona, os hormônios femininos, assim como a espironolactona, uma substância antiandrógena – ou seja, que reduz os níveis de testosterona no organismo. Graças a esse tratamento, os seios da paciente se desenvolveram sem intervenção cirúrgica.

Já durante o tratamento para lactação, as doses dos hormônios que ela já tomava foram aumentadas, e outros remédios foram adicionados pelos médicos.

Um deles, a domperidona, que é usado tradicionalmente para náuseas, é controverso: em fóruns online, mulheres trans compartilham dicas – e dali teria vindo a ideia de usar a domperidona como indutora da lactação. A diferença, é sempre bom deixar claro, é que o teste foi feito com acompanhamento médico constante, dentro de um hospital preparado.

Além da parte química, os médicos tentaram também um gatilho físico do leite: estimular as mamas com uma bomba tradicionalmente usada para extrair leite materno durante a amamentação. A bomba era usada por 5 minutos, três vezes ao dia.

Com um mês de tratamento, a paciente começou a expelir algumas gotinhas de leite. Ao fim da terapia, sua produção chegou ao ápice de 227 gramas de leite por dia. Com essa quantidade de leite, ela conseguiu manter o regime de amamentação exclusiva por seis semanas. O pedriatra que acompanhou o bebê nesse período concluiu que ele se desenvolveu de forma normal e saudável.

Mesmo assim, 227 gramas fica abaixo do que um bebê de poucas semanas consome diariamente. Da sexta semana em diante, a mãe optou por complementar a amamentação com o famoso leite em pó para recém-nascidos.

O artigo, vale lembrar, é um estudo de caso, que registra casos importantes para a literatura médica. Faltam outros tipos de pesquisa que avaliem, no longo prazo, se a amamentação trará algum outro tipo de impacto. É preciso, também, que a análise química e nutricional do leite da paciente seja publicada. Só aí é que será possível cravar se o tratamento é eficiente e seguro para ser replicado em outros casos.

Super Interessante

Prática arriscada de masturbação mata 100 pessoas por ano, aponta pesquisa





O ato de se masturbar ainda é rodeados por tabus, mas no geral é considerado uma boa prática por especialistas e sexólogos por ser uma forma de conhecer o corpo, descobrir zonas erógenas e novas formas de prazer. Entretanto, a busca por orgasmos mais intensos com uma prática específica de masturbação tem sido a causa de diversas mortes de homens e mulheres.

Segundo dados publicados na semana passada no jornal alemão “Local”, cerca de 100 pessoas morrem por ano na Alemanha depois de um ato de masturbação conhecido como asfixia autoerótica. Na prática, segundo o médico legista Harald Voss, a pessoa para de respirar por alguns instantes com o objetivo de intensificar o prazer . Entretanto, a falta de oxigenação no cérebro pode levar à morte.

Ainda de acordo com Voss, ambos os gêneros estão entre as vítimas, mas o número de mortes de homens é maior. Ele diz que as mulheres costumam ser mais cautelosas e não incorporam tantas práticas extremas ao sexo.

O legista afirma ainda que o risco dessas práticas sexuais é subestimado. “Perder a consciência pode acontecer de forma muito mais rápida do que as pessoas pensam”, alerta Voss.

Ele acredita que o número de mortes relacionadas a esse tipo de asfixia seja ainda maior, pois os familiares da vítima geralmente sentem vergonha do que aconteceu e até escondem provas da prática. O jornal alemão cita o caso de uma mãe que encontrou o filho com o corpo e os mamilos envoltos em luzes de Natal e retirou esses itens do local antes da chegada dos médicos.

Detalhes da asfixia autoerótica

Segundo a publicação, essa prática pode acontecer de diversas maneiras, uma delas é cobrindo a cabeça com um saco plástico durante a masturbação. Há quem use até alimentos para tampar o rosto e dificultar e até impedir a respiração.

Alguns indícios de que a morte foi causada por asfixia autoerótica são: vítima encontrada com os órgãos genitais expostos, pornografia ao redor da vítima e itens que impeçam a respiração, como sacos plásticos, correntes e outros materiais.

Orgasmos seguros

O sexo pode ficar ainda melhor e há, sim, formas seguras de intensificar o orgasmo . É possível, por exemplo, começar a praticar pompoarismo , uma ginástica íntima que fortalece toda a região pélvica. Conhecer o corpo, se tocar na masturbação e conversar com o parceiro também podem ajudar – e muito – a chegar ao ápice do prazer. E nada disso coloca a vida em risco.

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L’Oréal escolhe mulher com véu islâmico para comercial de shampoo

Inserção de mulheres muçulmanas no mundo da moda avança nos países ocidentais nos últimos dois anos.




Amena no comercial da L'Oréal Reino Unido. (Foto: Reprodução/Instagram)

A marca francesa de cosméticos L’Oréal fez uma escolha original para a campanha de lançamento de um shampoo: a garota-propaganda é uma mulher usando um véu islâmico, ou seja, seus cabelos permanecem cobertos. A blogueira britânica Amena Khan revelou pelo Instagram que foi a escolhida para participar do comercial.

“Estou tão animada e orgulhosa de anunciar que eu faço parte da nova campanha de publicidade da L’Oréal Paris Elvive”, publicou a blogueira e modelo, no dia 14 de janeiro. Amena é um fenômeno nas redes sociais – ela tem mais de 570 mil seguidores no Instagram.

A modelo acrescentou que a decisão da L’Oréal “muda as coisas” e contou um pouco da sua “complexa” relação com seus cabelos, que ela considera “sem brilho”. “Quando retiro o meu véu, quero que o meu cabelo esteja radiante”, comentou.

Em uma entrevista para a revista Vogue, ela acrescentou que ao escolher “literalmente uma garota coberta por um véu para uma campanha de shampoo, eles [da L’Oréal] evidenciam realmente as vozes que nós temos”.

A inserção de mulheres muçulmanas no mundo da moda avança nos países ocidentais nos últimos dois anos. Em 2017, a americana GAP estampou cartazes com uma modelo de véu nas suas vitrines na França e Kanye West escalou uma manequim com véu para um desfile em Nova York. Além disso, a Mattel lançou a primeira boneca Barbie com o adereço típico das muçulmanas. Em 2016, a polêmica tinha sido o lançamento de uma linha de “burquinis” (roupa de banho inspirada nas burcas) pela marca sueca H&M.


Por RFI

Noiva morre 18 horas depois de se casar nos EUA




A americana Heather Mosher, de 31 anos, morreu 18 horas depois de se casar em um hospital no estado Connecticut, nos Estados Unidos, noticiou a agência de notícias AP. Heather lutava contra um câncer de mama que virou metástase e estava em estágio 4. Mesmo estando muito doente, seu noivo não hesitou de pedi-la em casamento e realizou a cerimônia no último 22 de dezembro.

Mesmo com dificuldades para respirar, a noiva colocou vestido branco e véu. Os noivos se conheceram em 2015, durante uma aula de ginástica. David, noivo de Heather, contou que planejava realizar o pedido de casamento em dezembro de 2016 e mesmo com o diagnóstico do câncer não desistiu de fazer de realizar a cerimônia. A princípio, o casamento estava programado para o dia 30, mas os médicos recomendaram que o casamento fosse feito antes, devido ao estado de saúde grave da noiva.

Em sua conta no Instagram, Christina Lee, amiga responsável pelas fotos do casamento, fez uma declaração para a Heather.”Ela lutou contra um câncer em estágio 4 que se espalhou por todo seu corpo, mas ela estava determinada em se casar com sua alma gêmea. Em menos de 24 horas, seu espírito deixou seu corpo e ascendeu para estar com Deus. Eu estou admirada com a força que o amor de Dave inspirou Heather até mesmo nas suas últimas horas. Ela foi o grande amor dele e ele foi o dela. Heather, sinto sua falta e amo você mais do que posso dizer. Obrigada por compartilhar essa jornada da sua vida comigo”.



ISTOÉ

Modelo de 19 anos vende a virgindade por quase R$ 10 milhões





Uma modelo norte-americana vendeu sua virgindade por 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 9,6 milhões). Giselle, 19, fez a transação através de um site de leilões alemão e o ganhador foi um homem de negócios de Abu Dhabi.

“Eu nunca imaginei que o lance chegaria tão alto. É um sonho que se tornou realidade”, disse Giselle ao jornal Daily Mail. Ela declarou estar contente com o resultado e afirma que vai usar o dinheiro para pagar os custos da faculdade, comprar uma casa nova e viajar pelo mundo.

Ela foi muito criticada por sua escolha, porém ela se defende considerando que o que fez foi um ato de emancipação sexual. “Sou eu que decido se quero perder a virgindade com alguém que eu não amo”, falou.

“O fato de mulheres poderem fazer o que quiserem com seus corpos e terem a coragem de viver suas sexualidades livres de críticas é uma forma de emancipação”, defendeu.

Um funcionário de comunicação do site de leilões anunciou que a página “possui um vídeo onde meninas de todo o mundo falam sobre as razões para vender a virgindade”.


“Os altos lances no caso da Giselle mostram como a demanda por virgens é alta. Executivos do mundo inteiro fizeram apostas”, disse o funcionário. O segundo lance mais alto foi feito por um ator de Hollywood.

Estadão