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Quem não votou nas últimas eleições deve regularizar situação até 2 de maio


Até o dia 2 de maio, o eleitor que não votou e não justificou a ausência nas três últimas eleições ou não pagou as multas correspondentes deve regularizar sua situação perante a Justiça Eleitoral. Após esse prazo, essas pessoas correm o risco de ter o título cancelado, lembrando que a legislação considera cada turno de votação um pleito diferente para efeito de cancelamento.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país, mais de 1,8 milhão de eleitores estão com seus títulos irregulares por ausência nas três últimas eleições. Em São Paulo (SP), esse número chega a 118.837 eleitores; no Rio de Janeiro (RJ) o total é de 119.734; em Belo Horizonte (MG) são 26.570; em Salvador (BA) esse número é de 31.263; e em Porto Alegre (RS), 18.782.

O cancelamento automático dos títulos de eleitores ocorrerá entre 17 a 19 de maio de 2017.

Os eleitores com voto facultativo (analfabetos, eleitores de 16 a 18 anos incompletos e maiores de 70 anos) ou com deficiência previamente informada à Justiça Eleitoral não necessitam comparecer ao cartório para regularizar a sua situação.

Para fazer a regularização, no cartório eleitoral, o eleitor deverá apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e, se possuir, título eleitoral e os comprovantes de votação, de justificativa ou de quitação de multa.

O cidadão pode consultar sua situação perante a Justiça Eleitoral nos cartórios eleitorais, no site do TSE ou no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Pode ainda ir ao cartório eleitoral e solicitar essa informação.

Agência Brasil

Trump diz que ‘pode fazer qualquer coisa’ a mulheres em gravação de 2005


O candidato a presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, Donald Trump, fez em 2005 comentários desrespeitosos sobre mulheres sem saber que era gravado. O jornal “Washington Post” obteve a gravação, revelada nesta sexta-feira (7).
“Você sabe, eu sou automaticamente atraído pela beleza -eu simplesmente começo a beijá-las. É como um ímã. Somente beijo.

Eu nem espero”, diz Trump na gravação. “E quando você é uma estrela, elas deixam você fazer isso. Você pode fazer qualquer coisa.”

“Pegue-as pela xoxota. Você pode fazer qualquer coisa”, afirma o republicano.

Na ocasião, Trump estava conversando com o apresentador Billy Bush, do programa de TV “Access Hollywood”, da rede de televisão NBC. Eles estavam a caminho do set de uma novela, na qual Trump faria uma participação especial.

O magnata também diz a Bush que uma atriz da novela é “gostosa”, além de comentar sobre uma tentativa de seduzir uma mulher casada, na qual não obteve sucesso.

DESCULPAS

Trump pediu desculpas pelo vídeo. “Isso foi uma conversa de vestiário, uma conversa privada que aconteceu muitos anos atrás.

O Bill Clinton já me falou coisas muito piores jogando golfe -eu nem chego perto. Eu peço desculpas se alguém ficou ofendido”, afirmou o republicano.

O candidato vem sofrendo críticas por seus comentários sobre mulheres. Mais recentemente, foi chamado de “desequilibrado” por sua rival democrata Hillary Clinton por seus ataques à ex-Miss Universo Alicia Machado, a quem acusou de ter gravado uma “fita de sexo”.



O jornal “Washington Post

Doações suspeitas a campanhas eleitorais passam de R$ 500 milhões




O Tribunal Superior Eleitoral identificou que, até a última segunda-feira (26), as doações a campanhas eleitorais consideradas suspeitas atingiram R$ 554,4 milhões em todo o País. Esse montante foi repassado aos candidatos em 150.871 operações financeiras. O balanço, divulgado nesta quinta-feira (29), foi feito com base em dados do Tribunal de Contas da União (TCU).

A planilha identifica 13 tipos de doações suspeitas. Foram registrados 23.844 depósitos por pessoas cuja renda é incompatível ao valor depositado, somando R$ 227,4 milhões. Cerca de 12,4 mil repasses foram efetuados por pessoas que são sócias em empresas que recebem recursos da administração pública. Esses empresários destinaram R$ 155,4 milhões às campanhas eleitorais.

Chama ainda mais a atenção as 143 doações feitas pelo CPF de pessoas que já morreram, totalizando R$ 272,6 mil. O TSE identificou ainda 22.367 transferências efetuadas por beneficiários do Bolsa Família, que chegaram a R$ 21,1 milhões – isso equivale a R$ 944,81 em cada operação. Outras 46.694 contribuições foram feitas por doadores desempregados. Juntas, somaram R$ 51,9 milhões.

Outro tipo de situação encontrada pelo TSE e que pode indicar fraude no processo eleitoral é a concentração de doadores em uma mesma empresa, o que pode ter sido feito com o objetivo de mascarar a aplicação de recursos por parte de pessoas jurídicas. Foram 150.671 casos desse tipo, que contabilizaram R$ 64,6 milhões.

Consta ainda da lista de irregularidades a cessão de veículos sem propriedade comprovada. O tribunal localizou 6.120 ocorrências dessa modalidade, que movimentaram R$ 13,1 milhões.
Fornecedores

O balanço do TSE encontrou 370 casos de fornecedores a campanhas que têm número reduzido de funcionários. Outros 350 têm como sócios beneficiários do Bolsa Família, enquanto 5.869 têm relação de parentesco com os candidatos e 427 não têm registro na Junta Comercial ou na Receita Federal. Em todos esses casos, o valor movimentado soma R$ 18,7 milhões. Em 260 registros, a empresa foi constituída em 2015 ou 2016 e tem na sociedade pessoas filiadas a partidos políticos.

Crescimento

O primeiro balanço feito pelo TSE com os dados do TCU, fechado em 5 de setembro, mostrava que as doações suspeitas às campanhas eleitorais somavam R$ 70,9 milhões. Esse número subiu para R$ 275 milhões no dia 12 e para R$ 388 milhões no dia 19. O tribunal ainda não divulgou informações atualizadas sobre o total doado. No último levantamento, o montante já superava R$ 1,5 bilhão.



IG

Mãe de Wesley Safadão tem candidatura cassada no Ceará




Mãe de Wesley Safadão, Maria Valmira Silva de Oliveira, a Dona Bill (PR-CE), teve sua candidatura cassada nesta quarta-feira, 28. A política, que tentava sua reeleição como vice-prefeita de Aracoiaba, no Ceará, é acusada de prática de abuso de poder econômico e político. Seu companheiro de chapa, Antônio Cláudio Pinheiro, também teve a candidatura cassada. Na decisão, publicada no Diário de Justiça do estado, a juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz, da 67ª zona eleitoral, ainda determinou a inelegibilidade dos políticos por oito anos.

“A Coligação Novas Ideias para Mudar protocolizou Ação de Investigação Judicial Eleitoral (fls. 02/75) em desfavor de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira, respectivamente, Prefeito e Vice-Prefeita do município de Aracoiaba/CE. A ação está fundamentada na prática de abuso de poder econômico e político, entre os meses de janeiro a julho de 2016, doações de veículos com recursos próprios da Vice-Prefeita, divulgação no site oficial da Prefeitura Municipal de Aracoiaba, divulgação no programa de rádio da FM Maior de Baturité em entrevista realizada com a própria Vice-Prefeita, auto-promoção em site oficial da Prefeitura Municipal, resultando na quebra da igualdade entre os candidatos, prejudicando, sobremodo, a lisura do pleito”, diz o processo.

Em seu perfil no Facebook, Antônio Cláudio Pinheiro repudiou a decisão. “A Coligação Aracoiaba Governo do Povo Pensando o Futuro vem a público repudiar de forma veemente as mentiras e ilações maliciosas que têm sido veiculadas pelas redes sociais e palanques eleitorais. Informamos que continuaremos firmes com o propósito de realizar uma campanha limpa, propositiva, voltada a discutir o desenvolvimento e o futuro de Aracoiaba”, diz a nota oficial.

Veja a decisão da Juíza Cynthia Nóbrega Pereira F. Thomáz

“Acolho a investigação judicial eleitoral, reconhecendo que Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira praticaram abuso do poder econômico e político, e julgo procedentes os pedidos formulados na petição inicial e, em conseqüência:
1 – decreto a inelegibilidade de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira em relação às eleições municipais/2016 (inelegibilidade simples), bem como a inelegibilidade em relação às eleições que se realizarem nos 08 (oito) anos seguintes, contados da data das últimas eleições municipais, ou seja, 02/10/2016 (inelegibilidade potenciada).
2 – casso os registros de candidatura concedidos em favor de Antônio Cláudio Pinheiro e Maria Valmira Silva de Oliveira, com perda, ex nunc, de eficácia.
3- determino a remessa dos autos ao ministério público eleitoral para instauração processo disciplinar e, se for o caso, de ação penal, juntamente com quaisquer outras providências que a espécie comportar.”



G1/CE


Vice-governador de Goiás é baleado em carreata; candidato à prefeitura morre




O vice-governador de Goiás, José Eliton (PSDB), foi baleado no abdômen durante uma carreata nesta quarta-feira (28), em Itumbiara, região sul de Goiás. Um atirador atingiu três pessoas e foi morto por membros da segurança do vice-governador.

Segundo a assessoria de imprensa do Governo de Goiás, o homem em um carro parou na frente do veículo onde o político estava e efetuou vários disparos.

No mesmo carro estava o candidato à prefeitura de Itumbiara José Gomes da Rocha (PTB), que foi baleado e morreu. Um homem que trabalhava na campanha, ainda não identificado, também foi atingido.

Eliton foi socorrido e levado para um hospital. Uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea está a caminho da região de Itumbiara para transportar o vice-governador para Goiânia.

A assessoria de imprensa do governador disse que Eliton passa por uma cirurgia. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.

G1/GO

Governo paulista libera o consumo e a venda de álcool nas eleições


A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que não haverá restrições ao consumo e à comercialização de bebidas alcoólicas durante as próximas eleições municipais, marcadas para este domingo (2), no primeiro turno, e dia 30 de outubro, no segundo turno. A medida, segundo justificou o governo paulista, segue decisão da Justiça do Estado, de 2008, proferida pelo desembargador Henrique Nelson Calandra. As informações são da Agência Brasil.

Por meio de nota, a Secretaria observou que “a proibição do consumo e da venda de bebidas não está explícita no Código Eleitoral, que prevê punições a quem promover desordem que prejudique a eleição ou a quem descumprir quaisquer ordens ou instruções da Justiça”.

No entanto, alerta que a polícia paulista continuará com os bloqueios para coibir o desrespeito à Lei Seca no trânsito. Ou seja, para impedir que motoristas embriagados ou que tenham ingerido bebidas alcoólicas, mesmo que em pequenas quantidades, estejam ao volante, já que neste caso existem penas previstas no Código de Trânsito Brasileiro que “valem para todos os dias do ano, inclusive os de pleito”.

Folha Press


Lula chega a Brasília para acompanhar discurso de Dilma no Senado


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou no fim da tarde deste domingo (28) a Brasília para se reunir com sua sucessora, Dilma Rousseff, e acertar os últimos detalhes do discurso que a petista vai fazer no plenário do Senado, nesta segunda (29), em sua defesa no processo de impeachment.

Lula foi ao Palácio da Alvorada para jantar com Dilma, o presidente do PT, Rui Falcão, os líderes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos, e do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), João Pedro Stédile.

Os ex-ministros Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) também estarão no jantar.
A presidente afastada passou grande parte do domingo se preparando para o discurso com a ajuda de auxiliares. Sua fala deve ter pouco mais de trinta minutos e contar com um teor mais emotivo e pessoal, deixando de lado aspectos técnicos e jurídicos.
Segundo a reportagem apurou, Dilma quer fazer um “registro histórico” do que chama de “golpe” e apontar os efeitos que o processo de seu impeachment tiveram no âmbito social, político e econômico do país.

Apesar disso, não há, nem mesmo entre os aliados de Dilma e o próprio Lula, expectativa de que o discurso seja capaz de reverter votos. Entre os 81 senadores, é preciso que 54 votem pelo impeachment para que Dilma seja afastada definitivamente -na primeira fase do processo na Casa, ela teve 21 contra 59 votos.
Os senadores aliados à petista marcaram uma reunião para as 19h deste domingo para discutir os detalhes da sessão do impeachment no Senado com a participação da presidente afastada. A ideia é discutir o tom e as estratégias das perguntas que serão feitas a ela.

Folha

Trump promete expulsar imigrantes ilegais em primeiro dia no cargo


O candidato republicano à Casa Branca Donald Trump vinculou neste sábado (27) a imigração clandestina ao desemprego e prometeu expulsar centenas de milhares de delinquentes que residem ilegalmente nos Estados Unidos já no início de seu eventual mandato, que começaria em janeiro de 2017.

“No primeiro dia, expulsarei rapidamente os imigrantes criminosos deste país, entre eles centenas de milhares que foram postos em liberdade sob a administração Obama-Clinton”, declarou o candidato republicano em ato organizado em Iowa (centro-norte) pela senadora republicana local Joni Ernst.

Trump insistiu em seu projeto de construir um grande muro na fronteira com o México e em seu plano de reforçar os controles para localizar os imigrantes ilegais que tentarem se beneficiar da previdência social ou os estrangeiros que permanecerem sem visto em território americano.

“Se não controlarmos as datas de expiração dos vistos, nossa fronteira permanecerá aberta, é simples assim”, afirmou.
O magnata comprometeu-se a anular os decretos do presidente Barack Obama, que regularizaram de forma temporária a residência de milhares de imigrantes e prometeu deixar os policiais fronteiriços “finalmente fazer o trabalho para o qual foram recrutados”.

“Um voto em Trump é um voto no Estado de direito, um voto em (Hillary) Clinton é um voto a favor das fronteiras abertas”, declarou, em alusão à sua adversária democrata.

Ele repetiu sua convocação ao eleitorado negro, lançada há vários dias. Após descrever a pobreza que afeta a comunidade negra e lembrar a morte de uma jovem mãe de família atingida por uma bala perdida na cidade de Chicago, Trump perguntou ao público: “O que têm a perder?”.

Segundo afirmou, só uma nova política econômica e uma mudança de dirigentes permitirão resolver os problemas que afetam os negros americanos, enquanto a expulsão dos imigrantes ilegais permitiria absorver o desemprego.
“Cada vez que um cidadão negro ou qualquer cidadão perde o seu trabalho por causa de um imigrante clandestino, os direitos destes cidadãos americanos são absolutamente violados”, afirmou.



Folha

Professor de direito esquenta debate no durante julgamento do impeachment pelo Senado



Lewandowski durante julgamento do Impeachment no SenadoEdilson Rodrigues/Agência Senado

O professor de Direito Ricardo Lodi afirmou, na noite deste sábado (27), que não é qualquer violação à lei de orçamento que pode virar crime de responsabilidade. O Senado encerrou o terceiro dia de julgamento do impeachment após cerca de 12 horas de sessão.

Ele foi ouvido apenas como informante no julgamento do impeachment, por ter atuado como perito e advogado de Dilma Rousseff. Lodi disse que a "analogia entre atrasos e operações de crédito foi uma construção criada depois dos fatos serem supostamente praticados". O depoente encerra a fase de testemunhas do julgamento.

— A mudança que houve sobre a questão da compatibilidade entre os decretos de crédito suplementar e a meta fiscal foi a criação de direito novo, não por alteração da letra da lei, mas por alteração da interpretação. A Constituição e a lei de impeachment falam de atentado à Constituição. A partir do acórdão do TCU, de outubro de 2015, é que essa interpretação é alterada com fator retroativo, para atingir a fatos já praticados.

Ele avaliou a decisão do TCU como uma "inovação no direito orçamentário", que só poderia ser aplicada em casos futuros.

Apenas 12 senadores se inscreveram para falar. A acusação protestou contra a oitiva de Lodi. O senador Ricardo Ferraço (PSDB) disse que, como o professor advoga para Dilma Rousseff e se expressa nas redes sociais com parcialidade em relação ao processo, seu depoimento é "patético".

— Mais do que um advogado, estamos aqui diante de um militante.

Antes disso, o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, já havia se antecipado e assumido que a testemunha era "suspeita", solicitando que Lodi fosse transformado em um mero colaborador no processo. Na prática, o depoimento do informante não produz provas e o convidado não tem compromisso de fazer a verdade.

Lewandowski se indispôs com o assistente da advogada de acusação Janaína Paschoal, João Berchmans, que relembrou uma decisão do presidente determinando que o momento da contradita ocorreria antes o depoimento.


— Eu quero arguir o impedimento frontal, radical, de Lodi depor seja a título de testemunha, seja a título de informante.

Lewandowski interrompeu a argumentação do advogado e Berchmans pediu para manter a palavra porque estava no "exercício da advocacia". "Não, vossa excelência não vai interromper o presidente, não é? Por favor", rebateu o ministro, exaltado.

"Não tive, não tenho e jamais teria a intenção de interromper vossa excelência", respondeu Berchmans, que voltou a dizer que a presença de Lodi era prejudicial para a acusação. Ele acusou que o depoimento representa um "drible" no processo, porque Lodi teria conflito de interesse, além de ter atuado no processo. Cardozo reconheceu o impedimento do convidado e afirmou que ele poderia ser ouvido por informante, desde que o presidente admitisse.

Lewandowski voltou a dizer que a matéria estava preclusa e manteve a sua decisão. Ele avaliou que a presença do professor seria importante para esclarecimentos do processo.

— O juiz pode, como todos sabem, convocar qualquer pessoa para esclarecê-lo (...) Informante não está sujeito a suspeição, porque o juízo pode chamar qualquer tipo de pessoa. No processo penal busca-se a verdade real, não a verdade formal, e isso é o que queremos aqui.

O presidente disse que, mesmo que a defesa desistisse do depoimento, ele manteria a oitiva de Lodi.

Do R7, com Agência Estado

A Candidata Luana Morais emite nota em sua pagina oficial, e reafirma está candidata.


Serra de São Bento/RN


"Não acredite no pai da mentira: Ao contrário do que o adversário desesperado está dizendo, continuo candidata a Prefeitura de Serra de São Bento e o nosso projeto político de renovação e mudança está mais forte que nunca, recebendo a adesões diariamente daqueles que foram enganados pelo candidato das falsas promessas que é experiente na arte da mentira. Continuaremos firmes e fortes no nosso objetivo, pois quem caminha com a verdade já é vitorioso. Vamos às urnas dia 02 de outubro, 15 é o número da mudança, 15 é o número do povo." Disse Luana Morais.





Aos que têm alguma duvida, podem acompanhar no sitio do TSE as informações de como anda a candidatura de seus candidatos. Em Serra de São Bento ambos candidatos que disputam as eleições municipais estão na mesma situação.



Imagem do TSE atualizadas

Com o Blog Erinilson Cunha
 


A verdade do fato sobre os comentários de candidatura única em Serra de São Bento




 


Serra de São Bento/RN

O que se sabe na Serra é que de forma ilegal o prefeito Emanuel Faustino exonerou a servidora Luana Morais, candidata da oposição. Com isso o prefeito sonha com uma candidatura única.
Ainda quando Luana Morais era pré candidata o Prefeito mostrando seu abuso de poder, medo de enfrentar alguém nas urnas, fora do prazo legal, exonerou Luana Morais.
A advogada Nieli Fernandes recorreu judicialmente e com isso o Juiz da Comarca de São José do Campestre deferiu pedido de liminar a favor de Luana atual candidata da oposição, anulando todos os atos do prefeito em desfavor desta servidora.



Não satisfeito o prefeito recorreu, e o desembargador Amauri suspendeu provisoriamente os efeitos dadecisão de primeiro grau que havia considerado nula a exoneração de Luana Morais.
Reprodução
O processo administrativo aberto contra a candidata é completo de vícios e nulidades, aponto de existir outra ação protocolada desde fevereiro de 2016 onde se pede o afastamento de um dos membros da comissão que julga este processo administrativo.
Este membro da comissão tem manifestado em redes sociais quando ainda estava o processo administrativo pendente de julgamento injurias e difamações a candidata e a seu pai, chamando-a de sonsa e o pai da mesma de ladrão.

As informações que estão sendo divulgadas em sites e blogs são incompletas e inverídicas.

Um fato curioso é a certeza de ser candidato único, certeza essa que o prefeito Emanuel Faustino passa para seus comissionados. Está ele  querendo afirmar ter influencia em nosso judiciário e que já sabe qual vai ser a sentença do desembargador? 

O que se vem percebendo no município da Serra de São Bento é a rejeição do prefeito Emanuel Faustino aponto de populares afirmarem que mesmo que o prefeito seja candidato único este será derrotado por ele mesmo, pois o povo anularia a eleição no dia 2 de outubro. 

Mesmo com estes comentários de candidatura unica, diariamente ha adesões de famílias ao projeto de oposição, grande participação popular acontecem nos dias de manifestação da oposição. 


Em Breve Mais Informações 

Do Blog Erinilson Cunha



Gilmar Mendes chama regalias de juízes de “gambiarras institucionais”

Foto: Estadão
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, voltou a criticar o excesso de vantagens recebidas por juízes de instâncias inferiores. Nesta terça-feira, 23, ele havia dito que o Judiciário se aproveita da autonomia financeira e administrativa para fazer “seu pequeno assalto”. Nesta quarta-feira, 24, em visita ao Senado Federal, Mendes classificou o excesso de benefícios como um “modelo de gambiarras institucionais”.

Mendes defendeu que a proposta que eleva o vencimento dos ministros do STF e o teto do funcionalismo dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil precisa ser discutida no Congresso para fixar a remuneração do Judiciário. O projeto está atualmente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Hoje, após se reunir com Mendes, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que vai acelerar a tramitação para que o projeto seja votado no dia 6 de setembro.

“A gente precisa encerrar na esfera do Judiciário esse modelo de gambiarras institucionais. Nós temos problemas, e aí criamos um auxílio moradia, com base em liminares e regulação do Conselho Nacional de Justiça, e acho que nós devemos ter remuneração fixada com base na lei”, afirmou Mendes.

Segundo o ministro, muitos desembargadores estão ganhando mais do que o triplo do teto do STF, chegando a ganhar R$ 100 mil por mês. “Eles estão descumprindo a Constituição e isso precisa ser ajustado”, defendeu.

Questionado sobre a nota de repúdio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) contra ele, Mendes não quis comentar. A AMB acusou o ministro de se aproveitar de um “momento fundamental para a democracia para buscar espaço midiático”.

“É lamentável que um ministro do STF, em período de grave crise no País, milite contra as investigações da Operação Lava Jato, com a intenção de decretar o seu fim, e utilize como pauta a remuneração da magistratura. O ministro defende financiamento empresarial de campanha e busca descredibilizar as propostas anticorrupção que tramitam no Congresso Nacional, ao invés de colaborar para o seu aprimoramento”, diz a nota da AMB. Ontem, Mendes também criticou os procuradores do Ministério Público e o pacote das dez medidas anticorrupção.

Diário do Poder

Julgamento que pode afastar Dilma definitivamente do mandato começa no dia 25


O julgamento final do processo deimpeachment que a presidenta afastada Dilma Rousseff enfrenta no Senado terá início no dia 25 de agosto, às 9h. Segundo a Secretaria Geral da Mesa do Senado, a petista será notificada pessoalmente, ainda na tarde de hoje, sobre o andamento do processo. 

O sinal verde para a fixação da data pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, foi dado com a entrega, na manhã desta sexta-feira (12), das alegações finais da defesa, a pouquíssimos minutos do prazo final, pelo advogado José Eduardo Cardozo. A expectativa é que esta fase possa durar até cinco dias.

Cardozo ainda não confirmou se a presidenta afastada virá se defender pessoalmente no plenário do Senado durante o julgamento final. Sobre isso, ele disse que ainda vai consultar Dilma, mas nos bastidores é grande a expectativa para que isso aconteça.

Vice-cônsul da Rússia reagiu a assalto na Barra da Tijuca




O vice-cônsul da Rússia reagiu a uma tentativa de assalto na Avenida das Américas, na manhã desta quinta-feira. Segundo informações da Divisão de Homicídios da Capital, o vice-cônsul, carioca de 60 anos e que não teve a identidade revelada, dirigia pela Avenida das Américas com a esposa e a filha no veículo. O veículo estava parado na altura do Bosque da Barra por causa do engarrafamento na região, quando foi abordado por dois criminosos, cada um em uma moto.

Segundo a polícia, um dos suspeitos quebrou a janela do motorista com a arma e o vice-cônsul reagiu. O diplomata, que é treinado em jiu-jitsu, tomou a arma do criminoso e disparou contra ele. O bandido morreu no local e o comparsa fugiu. A perícia já foi realizada.

O EXTRA entrou em contato com o Consulado russo no Rio de Janeiro e com a Embaixada Russa, mas o expediente de ambos já havia sido encerrado.




EXTRA

A partir de 20 de julho, partidos e candidatos podem dar início à formalização de contratos




A partir do dia 20 de julho, data de início das convenções partidárias, os partidos políticos e candidatos poderão dar início à formalização de contratos que gerem despesas e gastos com a instalação física e virtual de seus comitês de campanha para as Eleições Municipais de 2016.

No entanto, os gastos somente poderão ser efetivados após o envio à Justiça Eleitoral, por parte dos partidos políticos e candidatos, do número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de seus órgãos de direção municipais ou comissões provisórias, a abertura de conta bancária específica para a movimentação financeira de campanha e a emissão de recibos eleitorais.

Para 50%, Temer deve continuar; 32% querem volta de Dilma, diz Datafolha



Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) aponta que 50% dos entrevistados prefere a permanência do presidente em exercício, Michel Temer, até 2018. Para 32%, o melhor seria o retorno da presidente afastatada, Dilma Rousseff, ao cargo.

De acordo com o Datafolha, outros 4% disseram que nenhum dos dois deve continuar na Presidência e 3% afirmaram preferir a realização de novas eleições para a escolha de um novo presidente. Já 2% deram “outras respostas” e 9% disseram que não sabem.

A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho e entrevistou 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pergunta feita aos entrevistados foi: “o que é melhor para o país?”

Ainda de acordo com a pesquisa, 58% das pessoas ouvidas defenderam o afastamento definitivo de Dilma. Já 35% disseram se opor à saída dela da Presidência. Outros 3% declararam ser indiferentes e 3% não opinaram.

Em pesquisa realizada pelo instituto em abril, antes da votação do afastamento de Dilma pela Câmara, 61% defendiam o impeachment e 33% eram contrários.

O Datafolha também fez a primeira pesquisa para avaliar a opinião dos brasileiros sobre o governo Temer. Dois meses após o peemedebista assumir o cargo, 42% dos entrevistados disseram que seu governo é regular. Para 31%, é ruim ou péssimo. Já 14% avaliaram como ótimo e bom. Outros 13% não souberam responder.

A aprovação de Temer, aponta o Datafolha, é semelhante à de Dilma no início de abril, pouco antes de seu afastamento, quando 13% opinaram que o governo da petista era ótimo ou bom. Já aqueles que, na mesma pesquisa de abril, avaliavam o governo Dilma como ruim ou péssimo eram 65%.


O Datafolha também perguntou aos entrevistados se eles sabiam o nome do atual presidente. Segundo a pesquisa, 65% responderam Michel Temer e 33% disseram não saber. Outros 2% deram outros nomes.

G1/DF

Eleição representa ressurreição do DEM e do clã familiar de Maia




Por Bernardo Melo Franco

A eleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara representa uma dupla ressurreição: de seu partido, o DEM, e de seu clã familiar, que enfrentava uma fase de declínio na política carioca.

O antigo PFL parecia condenado à extinção. Fundada a partir de uma costela da ditadura, a legenda engordou nos governos Collor e FHC, mas sucumbiu ao ser despachada para a oposição na era petista. A mudança de nome não interrompeu a trajetória de queda. A bancada da sigla despencou de 105 deputados eleitos em 1998 para apenas 21 em 2014. Pela primeira vez, o DEM não elegeu nenhum governador.

A sigla respirava por aparelhos, mas voltou a dar sinais de vida no ano passado, em aliança com Eduardo Cunha. Finalmente, encontrou a redenção com o impeachment de Dilma Rousseff. O interino Michel Temer recompensou o DEM com o cobiçado Ministério da Educação.

A eleição de Maia também representa uma reviravolta inesperada para sua família. Seu pai, Cesar Maia, foi prefeito do Rio por três vezes e chegou a sonhar com a Presidência da República em 2006.

Transformado em alvo do PT, viu seu prestígio minguar depois de uma intervenção do governo Lula nos hospitais municipais. Foi abandonado por aliados, perdeu duas eleições para o Senado e se conformou com uma cadeira de vereador. Rodrigo manteve o mandato de deputado, mas não conseguiu alçar voos maiores. Em 2012, tentou a prefeitura e sofreu uma derrota acachapante, com menos de 3% dos votos.

Uma conjunção improvável de fatores o transformou em presidente da Câmara. Isso só foi possível devido ao apoio da esquerda e à reação dos grandes partidos às manobras de Eduardo Cunha e do centrão.

Agora Maia terá que provar que se livrou da influência do correntista suíço e não usará o cargo para salvá-lo. Os gritos de “Fora Cunha” que ecoaram ontem no plenário apontaram o caminho certo a seguir


Fã mirim realiza sonho de conhecer deputado afastado Eduardo Cunha



Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo – 12.7.2016

Já eram mais de sete da noite da terça-feira (12) e o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) seguia sentado na mesa da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). De costas para o quadro “Tiradentes ante o carrasco”, que decora o plenário, o peemedebista passou mais de quatro horas acompanhando a comissão, onde fazia as últimas tentativas de reverter seu processo de cassação. Mas entre acusações de rivais e estratégias de seus apoiadores para ganhar tempo, Cunha era esperado ansiosamente por um declarado fã mirim.

Do lado de fora do plenário, observando pelo vidro escurecido da porta cercada por três seguranças, Gabriel, de seis anos, esperava o momento certo para abraçar e tirar uma foto com quem era, há até pouco tempo, um dos mais poderosos deputados a comandar a Câmara. As palavras são da própria mãe, a advogada Gláucia Oliveira: “É um sonho dele. É fã número um”, disse.

A mãe conta que Gabriel soube de Cunha em um debate sobre o impeachment na escola. Curioso, ouviu do avô as histórias do político. Quando via os jornais, perguntava à mãe: “Por que estão mexendo com o Cunha?”. Num tom de quem quer preservar a criança de um trauma, a mãe disse que evita conversar sobre as acusações que pesam sobre os ombros do peemedebista.

A família veio a Brasília para uma consulta médica. Desde que chegou à capital federal no último sábado, Gabriel insistiu para conhecer o parlamentar. Primeiro, foram à residência oficial, um dos últimos direitos de presidente da Casa dos quais Cunha ainda desfruta, depois de renunciar ao cargo. A visita, entretanto, não foi bem sucedida. Nessa terça-feira, Gláucia levou o garoto à Catedral de Brasília. “Ele foi rezar pelo Cunha”, disse.

Pelo rádio, ouviram que a CCJ recebia o peemedebista para que ele apresentasse seus argumentos de defesa. Vieram rapidamente à Câmara, chegaram à porta da comissão e, depois de negociar com seguranças e assessores, conseguiram entrar no plenário. Acompanhado também da babá, Gabriel finalmente cumprimentou Cunha, trocou algumas palavras com ele e tirou fotos, que acabaram registradas por toda a imprensa.

A mãe prefere não opinar sobre o futuro do parlamentar. Para ela, que não se posiciona contra ou a favor da cassação, o cenário ainda está indefinido e há espaço para que o deputado afastado se defenda.

R7, com Estadão

Pré-candidatura de Carlos Augusto abre disputa pela indicação do vice



Definida a pré-candidatura do deputado Carlos Augusto Maia a prefeito de Parnamirim, as articulações se voltam agora para a escolha do futuro companheiro de chapa.

Pelo menos quatro partidos estão na disputa pela indicação. O PCdoB, o PSDB do vereador Gildásio, o próprio PSD – com uma chapa puro-sangue tendo o vereador Giovanni Júnior como vice – e o PSB do também vereador e presidente da Câmara Municipal, Ricardo Gurgel, que também trabalha para ser candidato a prefeito.

Há quem argumente que RicardovGurgel é o nome que mais agrega. Fontes garantem que é o nome que mais conta com a simpatia de Carlos Augusto. O agora deputado apoiou Ricardo na eleição para presidente da Câmara e Ricardo o apoiou na eleição para a Assembleia Legislativa.

Há outros nomes fora do círculo partidário tradicional. Um deles é o “Apóstolo” Jonas Fernandes, filiado ao PSL e líder da Igreja Ministério Internacional de Belém. Carlos Augusto tem participado de vários eventos na companhia do líder evangélico.



Blog do BG

Manifestantes fazem protesto na Av. Paulista contra governo Temer




Manifestantes fazem no início da noite desta terça-feira (17), na Avenida Paulista, região central de São Paulo, um protesto contra o governo do presidente em exercício Michel Temer. Os manifestantes se reuniram por volta das 17h no vão livre do Masp e às 18h25 começaram a andar pela avenida, bloquendo toda a pista sentido Consolação.

Os manifestantes levaram faixas pedindo a saída de Temer. Alguns carregavam a bandeira do PT, partido da presidente afastada Dilma Rousseff.

Às 19h, os manifestantes entraram na Rua da Consolação e bloquearam a pista sentido Centro. O protesto está previsto para ser encerrado no Complexo Cultural Funarte, na Alameda Nothmann, na região de Campos Elíseos. O espaço está ocupado por artistas e representantes da arte e cultura desde a tarde desta terça-feira.



G1/SP